Rihanna arrebenta em Brasília

Ufa! Consegui o credenciamento de imprensa para o show da Rihanna em Brasília no dia 21 de setembro, uma quarta-feira. Chegando ao Ginásio Nilson Nelson de carro entrei em um congestionamento para ver o show da cantora barbadiana. Pessoas ansiosas para vê-la, inclusive um cara com um som de carro alto que passou ao meu lado.

Na entrada de imprensa, a assessora de imprensa me entregou uma folha  com o set list e disse que hoje a Rihanna tocaria Te Amo, música que não havia tocado em São Paulo e em Belo Horizonte, que tiveram, no lugar dela, Let Me (depois de S&M).

Fiquei na Pista Premium, muito privilegiada, e já pude ver que o palco possuía uma super-estrutura. Também identifiquei os amplificadores Randall, o primeiro valvulado da marca, do Nuno Bettencourt, que, para quem não conhece, é guitarrista da banda Extreme e atualmente toca com a Rihanna.

Quando começou o show, às 21h05, passou no telão o Loud Opening Video com imagens chocantes da diva, que emocionaram o público. Quando Rihanna finalmente entrou, a plateia do Nilson Nelson, nove mil pessoas que lotaram o estádio, ficou histérica.

A primeira música foi o hit radiofônico Only Girl (In The World), do Loud, seguido por Disturbia e Shut Up & Drive, ambas do Good Girl Gone Bad. Shut Up & Drive foi a primeira do show a ter um solo triunfal do Nuno Bettencourt, que foi para a frente do palco na hora. Havia também um dançarino parecido com o personagem Scorpion do vídeogame Mortal Kombat.

A próxima foi Man Down, que começou com uma sirene de polícia. No vídeoclipe, Rihanna mata com um tiro um homem que a teria violentado sexualmente. Nessa música, com ritmo de reggae, Nuno tocou com óculos escuros e um gorro.

Ela foi seguida por S&M, a primeira do Loud, com o refrão S S S and M M M e o verso Cause I may be bad, but I’m perfectly good at it/Sex in the air, I don’t care, I love the smell of it/Sticks and stones may break my bones/But chains and whips excite me. Rihanna dançou muito nela.

Depois de outro vídeo de interlúdio rolou um momento incrível em que Rihanna saiu do fundo do palco em cima de um tanque de guerra rosa com os canos entre as pernas, atirando vapor em várias direções da plateia, enquanto cantou Raining Men, música que oferece um ritmo caribenho muito gostoso.

A próxima foi a mais dramática: Hard, música maneira de hip hop do álbum Rated R. Nela, Rihanna fala que precisa de tudo: do dinheiro, dos carros, da fama e das roupas. Nuno arriscou um solo.

Em seguida rolou Breaking Dishes, música forte do Good Girl Gone Bad e Glamorous Life, originalmente composta por Prince para Apollonia 6, grupo de vida curta que substituiria o Vanity 6. Entretanto, ela foi gravada por Sheila E., que lançou a carreira solo com essa música, e fazia um solo de bateria ao vivo, assim como Rihanna fez em seu show.

Rihanna tocou, na sequência, Run This Town, parceria com Jay-Z e Kanye West, que produziu a música para o disco The Blueprint 3 de Jay-Z, emendada por Live Your Life, parceria com o rapper T.I. e single número um no Billboard Hot 100.

Unfaithful foi um dos melhores momentos do show, porquanto a plateia cantou junto a letra da música. Depois dessa foi a vez de Te Amo, música que conta a história de uma moça que se apaixona por Rihanna, que não compartilhou desse sentimento, embora no vídeo clipe Rihanna se pegue com a modelo francesa Laetitia Casta.

Em Hate That I Love You, Rihanna e Nuno tocaram a dois na frente do palco, bem próximos da plateia, em um momento intimista. California King Bed, música com uma bela melodia, foi com certeza um dos momentos mais lindos do show. Rihanna cantou-a muito emocionada, com a platéia acompanhando, ao som da guitarra expressiva do Nuno.

What’s My Name, do disco Loud, não chamou muito a minha atenção. Já gostei de Rude Boy, do Rated R, porque, além de ser uma ótima música, tem um vídeo clipe bem legal e colorido que remete aos anos 80.

Antes de tocar Cheers (I Drink To That), Rihanna ofereceu um brinde de tequila à plateia brasileira. O que mais me cativou no show foi a proximidade com que Rihanna ficou da plateia, chegando a descer do palco em determinada hora para ir até a grade ter contato com os fãs.

Don’t Stop The Music não me emocionou muito, pois já cansara dessa música na época. Love The Way You Lie (Part II), mesmo sem a participação do Eminem, ficou bem rock ‘n’ roll. Rihanna fechou o show com chave de ouro com Umbrella, um divisor de águas em sua carreira.

A produção da turnê no Brasil foi da Planmusic Entretenimento em parceria com a GEO Eventos.

Set list

LOUD OPENING VIDEO

Only Girl (In The World)

Disturbia

Shut Up & Drive

Man Down

S&M

BAD ASS VIDEO

Raining Men

Hard

Breaking Dishes

The Glamorous Life

Run This Town/Live Your Life

Unfaithful

Te amo

Hate That I Love You

California King Bed

PON DA REPLAY – VIDEO SEGUE

What’s My Name

Rude Boy

Cheers (Drink To That)

Don’t Stop The Music

WANT MORE?

Love The Way You Lie (Part II)

Umbrella

Fotos

Lula Lopes

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