Dream Theater faz noite mágica em Brasília

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eu, César Zolhof e Marcelo Elias

O show do Dream Theater (DT) em Brasília, ontem (7), no Net Live, foi um sucesso! Ao chegar encontrei com vários músicos de Brasília como os guitarristas Marcelo Elias, Marcello Nolasco e o baterista/tecladista César Zolhof, que tinha tirado uma foto com a banda mais cedo e postado no Facebook. Todos estavam na expectativa do show começar logo.
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Às 21h o telão já exibe uma animação com capas dos discos do DT, com uma música dramática ao fundo. O pano que tapava o palco cai e entram em cena James LaBrie (voz), John Myung (baixo), Jordan Rudess (teclado), Mike Mangini (bateria) e John Petrucci (guitarra). Todos cabeludos, com a exceção do careca Rudess, e com barbas, menos Myung e Mangini.
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O grupo iniciou o show com músicas mais recentes, da formação pós-Portnoy, que foi a partir de 2011. Essa parte empolgou os fãs, mas não tanto como em momentos de execução de canções dos discos Awake, que completou 20 anos de lançamento no último sábado (4), e Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory. Pessoalmente foram dois álbuns que me marcaram.

Luzes e atmosfera ao estilo Pulse de Pink Floyd

Luzes e atmosfera ao estilo Pulse de Pink Floyd

Realmente é um privilégio assistir ao DT tocar ao vivo. Foi a minha primeira vez. Ver as músicas sendo tocadas pelos compositores na qualidade do CD é emocionante. Rudess é uma grande figura e chama muita atenção. Um dos pontos altos do show é quando ele sai andando com um teclado pendurado como uma guitarra e interage com a plateia.
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O show é marcado por interações, também de Petrucci com LaBrie, Petrucci com Myung, Myung e Mangini. O baterista é muito engraçado. Ele faz muitas caretas, algumas como se estivesse assustado, tocando os pratos. Os grande bateristas fazem isso. Sabem atuar, como se fosse uma mímica. Senti falta de um pouco mais de som da bateria, principalmente do ataque da caixa.
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Mas atribuo isso ao local. Além da acústica não ser das melhores, falta a atmosfera de arena que eu considero importante para shows de rock. A Net Live Brasília é como se fosse um espaço de um clube, com muitos vidros e pé direito baixo. Entretanto isso não impediu que a magia do DT se espalhasse durante as três horas de show da banda.
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Outro ponto alto do show foi quando eles tocaram uma música ao estilo de Missão Impossível com uma animação chamada Dream Theater versus Dream Theater, no estilo do desenho Spy vs. Spy, da revista Mad. Foi bem divertido com luzes vermelhas e solo de bateria no meio. E, no final do show, Rudess colocou um chapéu de mago, mostrando que ele é o mago dos sons.

Rudess com seu chapéu de mago

Rudess com seu chapéu de mago

Já Mangini tirou a bandana que usou durante todo o show. No final a banda toda se despediu, mostrando o respeito que eles têm pela plateia. Ficou uma sensação de quero mais tanto da banda quanto do público. DT voltou a Brasília desta vez com intervalo de dois anos e ao que parece voltarão em período ainda mais próximo se depender das vontades de hoje!

Difícil de dizer adeus...

Difícil de dizer adeus…

One Response to “Dream Theater faz noite mágica em Brasília”

  1. tdoliveira36 Says:

    Deve ter sido incrível!

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