Archive for September, 2018

Uli Jon Roth comemora 50 anos de carreira em São Paulo

Posted in Uncategorized on September 29, 2018 by gabrielpalmaguitar

Texto: Gabriel Palma

São Paulo, 28 de setembro de 2018 Pessoas estavam com camisetas do Big Star, Social Distortion, Whitesnake, Scorpions, Deep Purple, Steven Wilson, Iron Maiden, Black Sabbath, Dio, um casal estava com uma camiseta idêntica do King Diamond, outros fãs do próprio Uli Jon Roth…

O Carioca Club, em Pinheiros, não estava tão cheio, mas tinha um público de várias idades, de jovens a idosos.

O show começou atrasado às 22h19.

A banda era um quinteto com músicos mais jovens que o guitarrista alemão Uli Jon Roth, que tocou no Scorpions nos anos 70.

Roth tocou em sua guitarra Sky Guitar com penas roxas penduradas na mão da guitarra.

“É um prazer estar de volta aqui”, ele disse.

Ele utilizou um ventilador para esvoaçar os cabelos e uma bandana.
“”Sun In My Hand‘ é sobre o poder da música”, disse Roth. Essa ele cantou. É do terceiro disco do Scorpions, In Trance, de 1975.

“De 1977, do disco Taken By Force, a próxima música é sobre um homem que faz as escolhas erradas e vai para o lado escuro. The Sails Of Charon“. Roth é o compositor dessa música em que realmente percebe-se o estilo neoclássico de Roth em seu longo solo.
O público gostou muito.

“Obrigado”. A música a seguir foi Don’t Tell The Wind.

“Essa música é sobre o avião que jogou a bomba atômica em Hiroshima em 1945”. Enola Gay (Hiroshima Today?), do segundo disco da banda Electric Sun, Fire Wind, de 1981. No solo dessa música, Roth utilizou muitos bends e alavancadas.

Depois tocou We’ll Burn The Sky, do quinto disco do Scorpions, Taken By Force, de 1977. A letra dessa música é de Monika Dannemann, a última namorada de Jimi Hendrix. Segundo a Wikipédia, Monika escreveu esse poema como um tributo a Hendrix depois de sua morte. Depois Monika namorou o próprio Roth. A música foi escrita pelo guitarrista do Scorpions, Rudof Schenker. É uma música bem característica do Scorpions.

Depois tocaram In Trance, o primeiro e único single do disco In Trance do Scorpions. Nessa música o vocalista pediu a ajuda de “São Paulo” no coro.
O público cantou “Olê olê olê olê, Ulê Ulê”.

Roth sentou-se sozinho com a guitarra no palco. Ele disse que está comemorando os seus 50 anos no palco, que ele começou a tocar em 1968. Ele disse que aprendeu tocando música erudita, então que ele ia fazer isso agora e que depois poderíamos continuar a nos divertir. Aí ele dedilhou a guitarra e tocou flamenco.
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Jaz Coleman está preocupado com a Amazônia

Posted in Uncategorized on September 26, 2018 by gabrielpalmaguitar

Texto: Gabriel Palma

Domingo, 23 de setembro de 2018. Meu aniversário de 37 anos. Mas também o aniversário de 40 anos da banda inglesa Killing Joke. E, para comemorar a data, um show único no Brasil, no Carioca Club, em Pinheiros, São Paulo, às 19h. Chegando no local, para minha surpresa, uma multidão do lado de fora, esperando para entrar. A maioria de visual gótico, todos de preto, e alguns bem característicos, com moicanos. Havia muita energia. Todos estavam muito empolgados. Ambulantes aos montes, vendendo camisetas com estampas diferentes da banda.

Entrando no Carioca Club, a casa estava lotada!!! Pessoas com camisetas desde Gamma Ray até Ministry. Em poucos minutos, o show começou. A primeira música foi a perfeita Love Like Blood, o segundo single do quinto álbum, Night Time, de 1985.

Antes de tocar Butcher, música do segundo disco da banda, What’s THIS For…!, de 1981, Coleman disse que ele fica triste que todo ano eles cortam um tamanho equivalente a Portugal da floresta amazônica. “Eu penso sobre isso todos os dias”, ele disse.

“Essa música é sobre o 11 de setembro”, anunciou Coleman antes de tocar Loose Cannon, o primeiro single do álbum Killing Joke, de 2003. As baterias desse disco foram todas gravadas por Dave Grohl, baterista do Nirvana e frontman dos Foo Fighters. A produção do disco ficou por conta de Andy Gill, guitarrista fundador do Gang Of Four.

Coleman é muito politizado. “Eu não preciso de uma nova ordem mundial. Eu gosto de diversidade e liberdade. Eles estão roubando o seu país. Eles querem suas árvores, seus minerais”, disse no Carioca Club. Em termos de visual e performance, ele lembra Alice Cooper. Para o show de São Paulo, Coleman usou um macacão preto com um desenho de uma grande aranha nas costas.

O Killing Joke tocou com sua formação original! O guitarrista Geordie Walker tocou muitos harmônicos naturais distorcidos. O baixista, Martin Glover, conhecido como Youth, é membro da banda The Fireman, com Paul McCartney! O Beatle e Youth já gravaram três discos juntos: Strawberries Oceans Ships Forest, de 1993, Rushes, de 1998, e Electric Arguments, de 2008. E, para completar a formação, o baterista Paul Ferguson.

Dois pontos altos do show foram quando tocaram Eighties, o primeiro single de Night Time, e The Wait, do disco de estreia do Killing Joke, de 1980.

A realização do evento foi da produtora de eventos estabelecida em Belo Horizonte EV7 Live. Agradecimentos especiais ao assessor Márllon Matos.

John 5 e Tom Morello sacodem São Paulo

Posted in Uncategorized on September 19, 2018 by gabrielpalmaguitar

Texto: Gabriel Palma

Fotos: Renata Carvalho

Um dia ensolarado. Foi assim que começou o último domingo (16), dia em que os guitarristas norte-americanos John 5 e Tom Morello, o quarteto instrumental potiguar Camarones Orquestra Guitarrística e a guitarrista dinamarquesa radicada no Brasil Isa Nielsen tocaram no festival Samsung Best Of Blues, no auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. O auditório é muito belo e característico das arquiteturas de Niemeyer. Ele tem uma marquise vermelha interessante.

Por volta das 16h, o clima do parque estava bem gostoso com pessoas sentadas na grama e outras passeando com seus cachorros, esperando o show começar.

Às 17h, horário marcado para a coletiva de imprensa, o frio típico de São Paulo veio. Deu para vestir a jaqueta de couro. Eu fiz amizade com o Bruno, fotógrafo do site Rock Meeting, porque ele estava usando uma camiseta do Mötley Crüe. Conversamos sobre a nossa apreciação pelo John 5.

Entrando na sala da coletiva de imprensa, veio aquela emoção quando o John 5 e o Tom Morello entraram, ambos de óculos escuros e chapéus: Morello com seu típico boné e 5 com um chapéu de cowboy. John estava com uma jaqueta com o patch nas costas da capa de Love Gun do Kiss, banda de seu coração. Ele também calçava um Tênis Iate, o mesmo que usaria durante seu show.

A minha esposa e fotógrafa, Renata Carvalho, me ajudou na formulação das perguntas.

Eu abri a coletiva, perguntando a John como ele conseguia conciliar o seu trabalho solo muito pessoal com a participação em discos de vários artistas. John disse que, quando não está em turnê com Rob Zombie, hora em que Rob se dedica a dirigir filmes, ele colabora com outros artistas. “Eu faço pelo amor à música. Eu já toquei com os caras do Lynyrd Skynyrd e sou amigo deles até hoje”, disse John.

Perguntado sobre quem é o público que frequenta seus shows solo, John respondeu: “Fãs de Manson, de Zombie, de música country. É um público eclético. Vêm muitas crianças. Eu me surpreendo quando vejo um bebê (risos)”.

Um jornalista perguntou a Morello como ele conseguiu mudar a maneira de tocar guitarra, fazendo isso de modo percussivo e com muitos efeitos. “Eu era o DJ do Rage Against The Machine”, respondeu Morello. “Tom mudou a guitarra”, disse John.

Morello também mandou sua opinião política. “Como no nosso país, os Estados Unidos, o Brasil está passando por uma crise democrática. O assassinato não resolvido da Marielle Franco é uma violação de direitos humanos. Eu quero expressar a minha solidariedade e apoio a todos os brasileiros que defendem os pobres, a classe trabalhadora, o meio ambiente e lutam contra o fascismo. Essa tem sido a mensagem da minha música há 25 anos e a que terei hoje no palco e no futuro”.

O guitarrista do Rage Against The Machine também falou sobre a sua participação como avatar no videogame Guitar Hero. Ele disse que passou a ter muitas crianças como fãs e a ser parado em supermercados pelas mães. “O outro dia no Brasil, um cara me parou na rua e disse: ‘Eu ganhei de você no Guitar Hero'”, disse Morello. “Você é um homem errado (risos)”, respondeu o guitarrista.

Morello falou sobre seu primeiro disco solo, The Atlas Underground, com lançamento previsto para o dia 12 de outubro. “Eu quis criar uma conspiração sônica com artistas de diferentes gêneros musicais e sexuais, etnias e idades para fazer um disco de harmonia e solidariedade. Um encontro de tribos.”

Também perguntaram a Morello se ele tinha alguma aspiração política a concorrer a um cargo público nos Estados Unidos. O pai de Morello, o queniano Ng’ethe Njoroge, participou da Revolta dos Mau-Mau, que promoveu a descolonização do Quênia da Inglaterra. E seu tio avô paterno Jomo Kenyatta foi o primeiro presidente eleito na história do Quênia. Morello disse que, em 1987, trabalhou para o senador norte-americano Alan Cranston. Nessa época ele viu que tudo girava em torno de dinheiro, o que o desagradou. “A democracia americana é dominada por dinheiro. E eu não quero ter um emprego em que eu tenha que puxar o saco de ninguém”, disse Morello.

A baixista do Camarones Orquestra Guitarrística, Ana Morena, disse que Morello é um grande inspirador ideológico e artístico.

Perguntaram a John qual foi o artista com que ele tocou que mais o surpreendeu. “Marilyn Manson. Todos os dias eram como Réveillon”.

Em uma das últimas perguntas, eu perguntei para John e Morello se eles não tinham planos de compor e gravar uma música juntos. “Nós deveríamos fazer isso agora antes do show”, eles responderam rindo. Morello disse que é fã de John desde a época em que ele tocou com a banda 2wo, com Rob Halford, vocalista do Judas Priest. Os dois gravaram um disco de metal industrial em 1998 com produção executiva de Trent Reznor do Nine Inch Nails e co-produção do canadense Dave Ogilvie, que participou da gravação do disco Generation Swine, do Mötley Crüe.

John também falou que já veio várias vezes ao Brasil e que ele gosta bastante porque as pessoas são muito gentis.

Encerrada a coletiva de imprensa, era hora do show. A banda Camarones Orquestra Guitarrística apresentou um show empolgante.

Era a vez do John 5. O músico entrou no palco com uma roupa totalmente branca e um aparelho na boca com luzes coloridas piscantes. Ele esbanjou em virtuosismo e performance em suas músicas solo. John tocou também um medley de várias músicas do rock como: Thunder Kiss ’65, do White Zombie, The Beautiful People, do Marilyn Manson, Killing In The Name Of, do Rage Against The Machine, Ain’t Talkin’ ‘Bout Love, do Van Halen, Kashmir, do Led Zeppelin, 2 Minutes To Midnight, do Iron Maiden, entre outras. 5 também tocou Enter Sandman, do Metallica, na íntegra, fazendo a linha vocal na guitarra e acompanhado de palmas da plateia.

Em seguida entrou Morello, o artista da noite que teve a maior reação da plateia. Antes de tocar Cochise, do Audioslave, ele a dedicou ao seu amigo Chris Cornell. Assim como John 5, Morello tocou Killing In The Name Of, com grande animação do público.

O evento foi realizado pela Samsung, pela Dançar Marketing e pelo Ministério da Cultura via Lei Rouanet.

Setlist – Tom Morello no Samsung Best of Blues 2018

  1. It Begins Tonight
  2. One Man Revolution
  3. Cochise (Audioslave)
  4. 100 Little Curses (Street Sweeper Social Club)
  5. Vigilante Nocturno
  6. Little Chord Progression
  7. Mr. Crowley (Ozzy Osbourne cover)
  8. Your Time Has Come (Audioslave)
  9. Guerilla Radio (Rage Against the Machine) (versão alternativa)
  10. Ghetto Blaster (Street Sweeper Social Club)
  11. The Ghost of Tom Joad (Bruce Springsteen cover)
  12. The Road I Must Travel
  13. Sleep Now in the Fire (Rage Against the Machine)
  14. Killing in the Name (Rage Against the Machine)

Paul Gilbert faz workshow no Manifesto Bar

Posted in Uncategorized on September 9, 2018 by gabrielpalmaguitar

O guitarrista norte-americano Paul Gilbert faz um workshow no Manifesto Bar, no Itaim Bibi, em São Paulo, no dia 28 de outubro, um domingo, às 19h. Gilbert tocará músicas de sua carreira e responderá as perguntas dos fãs durante o evento, que conta com Meet & Greet.

Gilbert é co-fundador das banda Mr. Big e Racer X. Segundo a Wikipédia, o guitarrista ficou conhecido quando apareceu na coluna Spotlight Column de Mike Varney da revista Guitar Player de fevereiro de 1983. Varney é um músico e produtor norte-americano que fundou a gravadora Shrapnel Records. É atribuída a ele a popularização do estilo virtuoso shred guitar dos anos 80.

Nessa época, Gilbert tinha apenas 16 anos e morava em Greensberg, Pensilvânia. Ele então mudou-se para Los Angeles para ser aluno do Guitar Institute Of Technology (GIT), parte do Musician’s Institute. Depois de formado, Gilbert passou a ser professor. Ele formou a banda Racer X, que começou a gravar seu disco de estreia, Street Lethal, em 1985, e o lançou em 1986.

Com esse disco, Gilbert foi colocado no mainstream ao lado de guitarristas neoclássicos como Yngwie Malmsteen e Randy Rhoads. Em 1989, Gilbert formou a banda Mr. Big com o baixista Billy Sheehan, que teve imenso sucesso comercial, principalmente com a música To Be With You. Gilbert também tem uma carreira solo com diversos discos lançados. A produção do evento é da TC7 Produções e Live Co.

Serviço

Paul Gilbert – Workshow

Quando: 28 de outubro, um domingo, às 19h

Onde: Manifesto Bar – Rua Iguatemi 36, no Itaim Bibi, SP

Telefone: (11) 3168-9595

WhatsApp: (11) 94747-5883

Ingressos online à venda em:
https://ticketbrasil.com.br/show/6208-paulgilbert-saopaulo-s…

Peter Hook faz apresentação única no Brasil

Posted in Uncategorized on September 8, 2018 by gabrielpalmaguitar

O baixista inglês Peter Hook toca no Brasil, em apresentação única, em São Paulo, no dia 10 de outubro, no Audio Club. Ele tocará na íntegra dois discos do New Order: Technique, de 1989, e Republic, de 1993, além de sucessos do Joy Division. Republic tem a ótima música Regret. Hook é co-fundador e ex-integrante das bandas Joy Division e New Order.

O show faz parte de projeto de Hook, que saiu do New Order em 2007, de tocar, em ordem cronológica e na íntegra, os discos de suas duas bandas. Em 2011, Hook veio ao Brasil para tocar as músicas do Joy Division. Em 2012, o inglês voltou para tocar Movement, de 1981, e Power, Corruptions & Lies, de 1983, os primeiros dois discos do New Order.

Em 2014, Hook retornou ao país para tocar Lowlife, de 1985, e Brotherhood, de 1986. Esse último tem o sucesso Bizarre Love Triangle. Em 2016, Hook pisou em solo brasileiro para tocar os sucessos de Substance, um “best of” do grupo, que acabou se tornando o seu “álbum” mais famoso e aclamado. Substance tem a música altamente dançante Blue Monday, que fora lançada como um single em 1983.

Agora, em 2018, Hook volta novamente com sua banda The Light, que tem seu filho Jack Bates no baixo.

Serviço

Peter Hook and The Light

Quando: 10 de outubro, quarta-feira

Abertura da casa 21h

Show 22h

Onde: Audio – Avenida Francisco Matarazzo 694 – Barra Funda

Telefone 3862-8279

Ingressos: Ticket (https://www.ticket360.com.br/mobile)

Killing Joke comemora 40 anos de carreira

Posted in Uncategorized on September 7, 2018 by gabrielpalmaguitar

A banda inglesa de pós-punk Killing Joke toca no Carioca Club, em Pinheiros, no dia 23 de setembro, no meu aniversário, um domingo. Assim como a banda conterrânea Bauhaus, que também toca no Carioca Club, mas no dia 7 de outubro, eles completam 40 anos neste ano. O nome da turnê é Killing Joke – Laugh At Your Peril – Fortieth Anniversary World Tour 2018. Peril quer dizer perigo, em inglês, então quer dizer “ria do seu perigo”, em uma tradução literal.

Será a primeira vez da banda no Brasil em uma única apresentação. Eles formaram em Notting Hill, um distrito de Londres que tem um filme homônimo de comédia romântica com Hugh Grant e Julia Roberts. O grupo toca diversos gêneros: industrial, gótico, new wave e synthpop. Eles influenciaram diversas bandas como Metallica, Nirvana, Nine Inch Nails, Mötley Crüe e Soundgarden. Há até uma polêmica de que Kurt Cobain teria copiado o sucesso Eighties, single de 1984 do Killing Joke, na música Come As You Are, de 1992, do Nirvana. O riff inicial de Dr. Feelgood, música de 1989, do Mötley Crüe é idêntico ao de Love Like Blood, de 1985, do Killing Joke.

Inclusive, Dave Grohl, baterista do Nirvana e fã do Killing Joke, gravou as baterias para o segundo disco homônimo de 2003 do Killing Joke. O primeiro foi o de estreia de 1980. Metallica gravou a música The Wait desse disco lançada primeiro no single Garage Days Re-Revisited, de 1987, e depois em Garage Days, Inc., de 1998. Em 2003, essa versão do Metallica foi incluída com sucesso no filme Escola do Rock. A produção do evento é da EV7 Live.

Serviço

Killing Joke

Onde: Carioca Club – Rua Cardeal 2899, Pinheiros

Quando: 16h30 Meet And Greet

17h Abertura da casa

19h Show

Ingressos: Clube do Ingresso e bilheteria do Carioca Club

Roger Waters faz duas datas no Allianz Parque

Posted in Uncategorized on September 5, 2018 by gabrielpalmaguitar

George Roger Waters faz dois shows em São Paulo, no Allianz Parque, nos dias 9 e 10 de outubro, uma terça e quarta, às 21h. Virginiano, Waters faz 75 anos amanhã (6). A turnê Roger Waters – Us + Them combina clássicos do Pink Floyd com músicas novas do seu último disco, Is This The Life We Really Want?, de 2017. A produção é da Tickets For Fun (T4F).

Waters tem um dos maiores espetáculos da atualidade. Além disso, o astro inglês é polêmico, tem convicções políticas fortes. No ano passado, Waters publicou, em suas redes sociais, uma foto do presidente Michel Temer, provocando os fãs brasileiros: “Essa é a vida que realmente queremos?”.

Serviço

Roger Waters – Us + Them

Quando: 9 e 10 de outubro, uma terça e quarta, às 21h

Onde: Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo 1705 – Água Branca

Ingressos: Tickets For Fun (T4F)