Archive for the Turnê Category

Deep Purple queima e faz fumaça em Brasília

Posted in Ao vivo, Bandas, Noites em Brasília, Notícias, Shows, Tour, Turnê with tags on October 29, 2014 by gabrielpalmaguitar

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No dia 7 de novembro, uma sexta-feira, a banda inglesa Deep Purple vai queimar e deixar fumaça em Brasília, no Net Live. As músicas Burn (Queime) e Smoke On The Water (Fumaça na Água) são dois dos maiores sucessos do grupo e que provavelmente não faltarão no show. Brincadeiras à parte, será um showzaço, assim como foi a primeira apresentação da banda em Brasília, no Minas Tênis Clube, em 1997, à qual tive o prazer de assistir com a minha mãe, aos meus 16 anos de idade. Se Deus permitir, verei este também!

 

Serviço

Deep Purple em Brasília

Data: sexta-feira, 7 de novembro de 2014, às 21h.

Abertura dos portôes: às 19h

Local: Net Live Brasília (SHTN Trecho 2 conj. 5 Bloco A Parte A, ao lado do Bay Park)

Classificação indicativa: 16 anos

Ingressos:

Camarote: R$ 350,00 (meia/promo) 1º lote

Pista Premium: R$ 200,00 (meia/promo) 2º lote

Pista: R$ 100 (meia/promo) 1º lote

Pontos de venda:

Central de ingressos do Brasília Shopping (Piso G2)

Vendas on-line e call center

ingressorapido.com.br ou 4003-1212 (sujeitos a taxa de conveniência)

segunda-feira a sábado das 9h às 21h

 

 

 

 

 

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30 Seconds To Mars: Parte 1

Posted in Ao vivo, Bandas, Cantores, Celebridades, Discos, Músicas, Músicos, Noites em Brasília, Shows, Tour, Turnê with tags , , , , , , , , , on October 23, 2014 by gabrielpalmaguitar

Eu a princípio não ia no show do 30 Seconds To Mars porque não consegui o credenciamento de imprensa a tempo. Mas no dia (21) estava separando uns CDs e vinis da minha avó para levar no sebo quando meu amigo Rafael Hedwig me ligou me chamando pra ir no show com ele e uma amiga dele pra vender algumas camisetas que ele fizera. Eu disse que não poderia ir porque ia buscar minha mãe no aeroporto, às 22h40.

Mas ele insistiu que eu fosse mesmo assim e disse que iria comigo no sebo para me ajudar a vender os discos porque ele tinha boa lábia como vendedor. Eu feliz aceitei a sua companhia e disse que ia busca-lo. Chegando na sua casa, ele disse que a amiga dele estava na 203 Sul e que a gente ia busca-la no ponto de ônibus do eixinho. Entrou no carro Suzane, uma menina muito simpática com uma blusa do David Bowie, que eu adoro.

Na minha casa, eu mostrei minha coleção de David Bowie pra ela. Quando fomos no sebo, Suzane se surpreendeu e perguntou por que eu estava vendendo aqueles vinis. “Eram da minha avó”, eu disse. Elvis, do sebo Acervo, separou alguns, mas poucos discos que interessavam. A maioria era de música clássica e ele já tinha na loja. “Nem se eu quisesse ficar com todos poderia, pois eles não cabem aqui”, explicou.

Achei legal da parte de Elvis me perguntar se eu ainda estava dando aulas de violão antes de fechar o negócio, mostrando um lado humano antes do comercial. Rafael comprou a coletânea Shaved Fish do John Lennon e disse que aquele foi o primeiro disco que ele ganhou, quando tinha sete anos, de sua mãe e que ouvia-o até riscar. Uma coincidência porque veríamos Jared Leto, que interpretou Mark David no filme Capítulo 27, dentro de algumas horas.

O vocalista do 30 Seconds To Mars havia representado o assassino de John Lennon na película. Fomos ouvindo esse CD no carro, que inclui a música Cold Turkey com participação de Eric Clapton. Eu disse que o som me lembrava David Bowie, na época de Young Americans, porque tanto Lennon quanto Bowie utilizavam o saxofone. Bobby Keys, o saxofonista dos Rolling Stones, fora o de Lennon em músicas como Power To The People.

Já David Sanborn era o saxofonista de Bowie. O tecladista Billy Preston, também com participação em Power To The People, tocara com os Stones e Beatles. Quanta cultura em uma ida para o sebo! Ah, mas para provar a ligação de Lennon com Bowie, os dois compuseram, juntos com o guitarrista Carlos Alomar, a música Fame, em janeiro de 1975. A letra fala sobre a fama e foi incluída no disco Young Americans.

Bom, Rafael não gostou da comparação de Lennon com Bowie porque ele não gosta de Bowie. Como Rafael adora Marilyn Manson, eu disse para ele que Manson disse em uma entrevista que o seu artista preferido era Bowie. Rafael mesmo admitiu a influência de Manson, citando inclusive o uso da lente de contato de Manson para imitar o olho de Bowie, que tem heterocromia. Embora tenha os dois olhos azuis, aparenta ter um olho de cada cor.

Me arrumei rápido e fomos para o show. Rafael deixou suas camisetas do 30 Seconds To Mars em consignação com o Roberto, que está sempre nos shows vendendo camisetas. Já ameaçava chover. Rafael então deixou Suzane dentro do show como ela já tinha ingresso e nós resolvemos ir no hotel Golden Tulip para conhecer a banda. Ah, sim, pude ir para o show porque meu irmão Tiago pôde ir buscar minha mãe no aeroporto.

Para entrar no hotel Golden Tulip, nós temos uma técnica. Lá eles são rigorosos com segurança e eu já fui barrado, assim como outros fãs de bandas. Eu entro falando inglês. Fiz isso no Guns n’ Roses deste ano. “I’m staying at the hotel”, foram as palavras mágicas. “Golden ou Royal”, perguntou o funcionário. “Royal”, respondi. E abre sésamo! Entramos extasiados. Na entrada havia uma ambulância então dissemos: “Entramos no local certo”.

CJ Ramone toca em Taguatinga

Posted in Ao vivo, Eventos, Fotos, Músicos, Noites em Brasília, Shows, Tour, Turnê, Videos with tags , , on June 22, 2013 by gabrielpalmaguitar

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No dia 30 de junho (domingo), o baixista Christopher Joseph Ward, o CJ Ramone, que entrou nos Ramones em 1989 e ficou até o fim da banda em 1996, tocará novamente no Distrito Federal, agora pela segunda vez no América Rock Club de Taguatinga, onde tocou seu primeiro show na capital em 23 de julho de 2010. Em 21 de setembro de 2012, CJ tocou no Arena Futebol Clube de Brasília. O Ramone sempre toca músicas dos Ramones em seus shows.

Assim como no show do ano passado, que lotou, CJ está na turnê de seu disco solo Reconquista. O nome em espanhol veio de um livro de História que o músico leu e descreve a sua vida. O baixista passou alguns anos afastado da música, cuidando de seu filho autista. Agora que seu filho está bem, CJ está voltando aos palcos para dar continuidade ao legado dos Ramones!

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O evento também faz uma seletiva para a banda de abertura que será na próxima quarta-feira (26) no América Rock Club. Entre as bandas participantes, Lumberjack Skull, que fala em mulheres, cervejas e motocicletas em suas músicas. Veja uma apresentação dos bad boys do rock ‘n’ roll.

Serviço

Pontos de venda:

MetalMorfose Rockwear – CLN 210, BL C
FilialdoRock – CNB 13, LOTE 6
Berlin Discos – SDS, BL L, Lt 30
GTR Sul – SCLS 111, BL A
GTR Norte – SCRN 708/9, BL C

Antecipado: R$ 60 (meia)
Na hora: R$ 70 (meia)

Endereço do América Rock Club: QS 03 Lote 13 LojA 2b (Pistão Sul de Taguatinga em frente ao Carrefour), Taguatinga, DF

Página do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/109340095941719/

 

 

As guitarras do Bad Religion

Posted in Ao vivo, Bandas, Fotos, Guitarristas, Músicos, Noites em Brasília, Notícias, Shows, Tour, Turnê with tags , , , , , , , , , , , , , on October 14, 2011 by gabrielpalmaguitar

A banda punk Bad Religion, que toca hoje em Brasília, conta com dois guitarristas. O primeiro é Greg Hetson. Na banda desde sua fundação em 1979, Greg nasceu em Brooklyn, Nova York. Além do Bad Religion, Greg também toca ou já tocou no Redd Kross, The Circle Jerks, Black President e Punk Rock Karaoke.

O segundo é Brian Baker, que entrou no Bad Religion em 1994 para substituir o guitarrista Brett Gurewitz. Brian foi um dos fundadores da banda de hardcore punk Minor Threat. Segundo a Wikipédia, Brian já foi chamado a tocar no R.E.M. e no Guns n’ Roses, optando pelo Bad Religion.

Serviço

Bad Religion no Festival Mundano

Quando: Hoje, sexta-feira, 14 de outubro, às 20h

Onde: Praça das Fontes do Parque da Cidade de Brasília, DF

Entrada gratuita

Os primeiros mil a chegarem receberam uma cópia gratuita da coletânea das bandas do festival

Rihanna arrebenta em Brasília

Posted in Ao vivo, Cantoras, Shows, Tour, Turnê with tags , , , , , , on September 30, 2011 by gabrielpalmaguitar

Ufa! Consegui o credenciamento de imprensa para o show da Rihanna em Brasília no dia 21 de setembro, uma quarta-feira. Chegando ao Ginásio Nilson Nelson de carro entrei em um congestionamento para ver o show da cantora barbadiana. Pessoas ansiosas para vê-la, inclusive um cara com um som de carro alto que passou ao meu lado.

Na entrada de imprensa, a assessora de imprensa me entregou uma folha  com o set list e disse que hoje a Rihanna tocaria Te Amo, música que não havia tocado em São Paulo e em Belo Horizonte, que tiveram, no lugar dela, Let Me (depois de S&M).

Fiquei na Pista Premium, muito privilegiada, e já pude ver que o palco possuía uma super-estrutura. Também identifiquei os amplificadores Randall, o primeiro valvulado da marca, do Nuno Bettencourt, que, para quem não conhece, é guitarrista da banda Extreme e atualmente toca com a Rihanna.

Quando começou o show, às 21h05, passou no telão o Loud Opening Video com imagens chocantes da diva, que emocionaram o público. Quando Rihanna finalmente entrou, a plateia do Nilson Nelson, nove mil pessoas que lotaram o estádio, ficou histérica.

A primeira música foi o hit radiofônico Only Girl (In The World), do Loud, seguido por Disturbia e Shut Up & Drive, ambas do Good Girl Gone Bad. Shut Up & Drive foi a primeira do show a ter um solo triunfal do Nuno Bettencourt, que foi para a frente do palco na hora. Havia também um dançarino parecido com o personagem Scorpion do vídeogame Mortal Kombat.

A próxima foi Man Down, que começou com uma sirene de polícia. No vídeoclipe, Rihanna mata com um tiro um homem que a teria violentado sexualmente. Nessa música, com ritmo de reggae, Nuno tocou com óculos escuros e um gorro.

Ela foi seguida por S&M, a primeira do Loud, com o refrão S S S and M M M e o verso Cause I may be bad, but I’m perfectly good at it/Sex in the air, I don’t care, I love the smell of it/Sticks and stones may break my bones/But chains and whips excite me. Rihanna dançou muito nela.

Depois de outro vídeo de interlúdio rolou um momento incrível em que Rihanna saiu do fundo do palco em cima de um tanque de guerra rosa com os canos entre as pernas, atirando vapor em várias direções da plateia, enquanto cantou Raining Men, música que oferece um ritmo caribenho muito gostoso.

A próxima foi a mais dramática: Hard, música maneira de hip hop do álbum Rated R. Nela, Rihanna fala que precisa de tudo: do dinheiro, dos carros, da fama e das roupas. Nuno arriscou um solo.

Em seguida rolou Breaking Dishes, música forte do Good Girl Gone Bad e Glamorous Life, originalmente composta por Prince para Apollonia 6, grupo de vida curta que substituiria o Vanity 6. Entretanto, ela foi gravada por Sheila E., que lançou a carreira solo com essa música, e fazia um solo de bateria ao vivo, assim como Rihanna fez em seu show.

Rihanna tocou, na sequência, Run This Town, parceria com Jay-Z e Kanye West, que produziu a música para o disco The Blueprint 3 de Jay-Z, emendada por Live Your Life, parceria com o rapper T.I. e single número um no Billboard Hot 100.

Unfaithful foi um dos melhores momentos do show, porquanto a plateia cantou junto a letra da música. Depois dessa foi a vez de Te Amo, música que conta a história de uma moça que se apaixona por Rihanna, que não compartilhou desse sentimento, embora no vídeo clipe Rihanna se pegue com a modelo francesa Laetitia Casta.

Em Hate That I Love You, Rihanna e Nuno tocaram a dois na frente do palco, bem próximos da plateia, em um momento intimista. California King Bed, música com uma bela melodia, foi com certeza um dos momentos mais lindos do show. Rihanna cantou-a muito emocionada, com a platéia acompanhando, ao som da guitarra expressiva do Nuno.

What’s My Name, do disco Loud, não chamou muito a minha atenção. Já gostei de Rude Boy, do Rated R, porque, além de ser uma ótima música, tem um vídeo clipe bem legal e colorido que remete aos anos 80.

Antes de tocar Cheers (I Drink To That), Rihanna ofereceu um brinde de tequila à plateia brasileira. O que mais me cativou no show foi a proximidade com que Rihanna ficou da plateia, chegando a descer do palco em determinada hora para ir até a grade ter contato com os fãs.

Don’t Stop The Music não me emocionou muito, pois já cansara dessa música na época. Love The Way You Lie (Part II), mesmo sem a participação do Eminem, ficou bem rock ‘n’ roll. Rihanna fechou o show com chave de ouro com Umbrella, um divisor de águas em sua carreira.

A produção da turnê no Brasil foi da Planmusic Entretenimento em parceria com a GEO Eventos.

Set list

LOUD OPENING VIDEO

Only Girl (In The World)

Disturbia

Shut Up & Drive

Man Down

S&M

BAD ASS VIDEO

Raining Men

Hard

Breaking Dishes

The Glamorous Life

Run This Town/Live Your Life

Unfaithful

Te amo

Hate That I Love You

California King Bed

PON DA REPLAY – VIDEO SEGUE

What’s My Name

Rude Boy

Cheers (Drink To That)

Don’t Stop The Music

WANT MORE?

Love The Way You Lie (Part II)

Umbrella

Fotos

Lula Lopes

Rihanna no Brasil traz Nuno na guitarra

Posted in Ao vivo, Cantoras, Guitarristas, Noites em Brasília, Shows, Tour, Turnê, Videos with tags , , , , , , , on September 20, 2011 by gabrielpalmaguitar

Rihanna lançou o disco Loud, em 16 de novembro de 2010, e em junho deste ano iniciou a turnê mundial Loud Tour para promovê-lo. O show que passou por São Paulo no dia 17 e por Belo Horizonte no dia 18 chega a Brasília no dia 21. E há uma boa surpresa para os guitarristas que irão ao show: o guitarrista dela é ninguém menos que Nuno Bettencourt, famoso por seu trabalho com a banda Extreme nos anos 90 e com certeza um dos meus guitarristas favoritos. Coincidentemente, é aniversário do Nuno hoje, que completa 45 anos.

Cresci ouvindo o disco Pornograffitti (1990) e III Sides To Every Story (1992) e os solos maravilhosos de Nuno, que tem um estilo virtuoso. Irei ao show da Rihanna e será a segunda vez que verei Nuno ao vivo. A primeira foi com o Extreme abrindo o show do Bon Jovi em Nova York no início dos anos 90.

A Rihanna também é uma artista que eu gosto. Comecei a apreciar o seu trabalho quando vi pela televisão sua apresentação em Tokyo no Live Earth, uma série de nove concertos que duraram 24 horas em sete continentes em 07/07/07, reunindo mais de 100 artistas e dois bilhões de pessoas para começar um movimento global com a finalidade de resolver a crise climática (funcionou?).

Venda dos Ingressos:

Início das vendas: 0h de  dia 29 de julho (sexta-feira) pelo site www.zetks.com.

Bilheteria: A partir de meio dia de 29 de julho, sexta-feira, no quiosque do show de Rihanna do Shopping Pier 21, Setor de Clubes Sul, trecho 2, lote 32/33. O quiosque fica próxima aos cinemas. Tel: (61) 8432-3661.

Funcionamento do quiosque das 12h às 22h, diariamente.

Cadeira Superior –  1º lote  –  R$ 200,00 (inteira) R$ 100,00 (meia)

2º lote  – R$ 240,00 (inteira) R$ 120,00 (meia)

Pista / cadeira – 1º lote  – R$ 280,00 (inteira) R$ 160,00 (meia)

2º lote 2 – R$ 360,00 (inteira) R$ 180,00 (meia)

Pista Premium – 1º lote  R$ 500,00 (inteira) R$ 250,00 (meia)

2º lote 2 R$ 560,00 (inteira0 R$ 280,00 (meia)

Camarote – 1º lote  R$ 600,00 (inteira) R$ 300,00 (meia)

2º lote R$ 700,00 (inteira) R$ 350,00 (meia)

Fotos

Marcos Hermes

 

Ingressos para show do Eric Clapton no Rio estão esgotados

Posted in Ao vivo, Notícias, Turnê with tags , , , , on July 21, 2011 by gabrielpalmaguitar

Colocados à venda no sábado, os ingressos para show do Eric Clapton no HSBC Arena no Rio de Janeiro, no dia 9 de outubro, estão esgotados. A produtora XYZ está negociando uma nova data com o guitarrista devido a demanda dos fãs. Oa ingressos do show do Rio chegaram a custar até R$ 950, caso da cadeira premier.

Clapton tem apresentação marcada também em Porto Alegre, na Fiergs, no dia 6, e em São Paulo, no Morumbi, no dia 12, antes de prosseguir a turnê sul-americana que promove seu último disco Clapton lançado em setembro de 2010, o vigésimo da carreira do músico, para Buenos Aires, no dia 14, e Santiago, no dia 16.

Fonte:

Último Segundo