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The Sisters Of Mercy em Brasília

Posted in Uncategorized on November 12, 2019 by gabrielpalmaguitar

Texto: Gabriel Palma

Fotos: Renata Carvalho

Quarta-feira à noite, dia 6 de novembro de 2019, em Brasília, DF, Brasil. Poucos dias depois do Halloween, o Dia das Bruxas, seis para ser exato, e quatro dias depois do Dia de Finados.

A banda inglesa de Leeds, The Sisters Of Mercy, estava marcada para tocar no Toinha Brasil Show, no SOF Sul Quadra 9 Conjunto A do Guará. A banda curitibana The Secret Society estava agendada para abrir o show às 19h, segundo matéria do Correio Braziliense do dia 5 de novembro.

Chegando lá às 19h, a casa noturna ainda não tinha aberto. A banda curitibana estava fazendo a sua passagem de som. A noite estava linda! O céu de Brasília brilhava com uma lua quase cheia.

Era uma noite de monstros e morcegos. Brincadeiras à parte, o Sisters não se considera uma banda gótica, embora os brasileiros, especialmente os brasilienses, a considerem assim.

O Sisters está englobado, no universo dos brasilienses, com o gótico e o pós-punk, com outras bandas, como The Cure, The Smiths, Siouxsie and the Banshees, entre inúmeras outras.

Bandas que influenciaram bandas brasilienses nos anos 80, como Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude e Arte no Escuro. E não só essas bandas que estouraram no Brasil, mas bandas underground, como Rosa dos Ventos, A Banda Invisível, Projeto Renfield, Luiza Fria e Baratas de Chernobyl.

Mas esses movimentos influenciaram também festas, DJs, fãs, público, famílias, amizades etc. E, no show do Sisters em Brasília, essa galera marcou presença.

O DJ escalado para a noite foi o Boscox, que já foi proprietário da casa noturna Landscape, no Lago Norte, e baterista de algumas das bandas citadas.

A fotógrafa desta matéria não foge à regra. Renata Carvalho, irmã do Boscox, era conhecida como a DJ Laura Palmer e vocalista da Rosa dos Ventos.

Boscox tocou músicas como Strange Love, do Depeche Mode. Caju e a sua esposa, Analine, foram ao show, assim como Fernando Cabral, que reabriu a Landscape no Guará 2, em 2016.

Eram 20h40 e o show não tinha começado ainda. O público se concentrou nos quiosques do lado de fora do Toinha. Participaram do “esquenta” o DJ Montana, o DJ Bode Velho, com uma camiseta do The Cure e a sua esposa, Adriana, e André Scavassa.

Também estavam lá Paulo Lepletier, guitarrista e backing vocals da banda Diacho é Isso, e a sua esposa, Juliana; o DJ Ed, do Guará, e a sua esposa, Valenir Honorato de Oliveira; Marcus Etéreo, de Sobradinho; e Marcelo Villodres Dias com a sua esposa, Viviane Lopes Barros Villodres.

Marcos Pinheiros, com uma camiseta do The Cure, e Abelardo Mendes Júnior, com uma do Velvet Underground, ambos do programa Cult 22, da Rádio Cultura FM, estavam lá.

Marcos brincou comigo porque eu estava com uma camisa vermelha havaiana florida com esqueletos. “Você não está de preto”, disse Marcos. “O Sisters diz que eles não são góticos”, respondi. “Eles traíram o movimento”, concluiu Marcos.

Já dentro do Toinha, Marcinho, baixista da Baratas de Chernobyl, estava com uma camiseta do The Smiths, e Gil, um baterista, com uma de uma bateria.

“Vim ouvir a voz do cara (referindo-se a Andrew Eldritch, membro fundador do Sisters em 1980). Relembrar. Nostalgia”, disse Angelo André Carneiro Lima.

“Quero que eles toquem as músicas clássicas do Sisters”, desejou Caju. Frango Kaos, vocalista da banda Galinha Preta, disse que a expectativa dele é boa. “Sisters é a união do pós-punk com o hardcore”, definiu Frango.

Marcelo Villodres Dias disse que as expectativas dele são as maiores. “É a primeira vez que eu venho a um show do Sisters. A camiseta que estou usando é de um amigo que morreu há 18 anos, que era fã deles, o Alexandre Martins”, disse Marcelo.

“O Alexandre participou de dois livros de literatura fantástica”, disse Marcelo. Enquanto conversávamos, a banda curitibana de abertura tocou Cry For Love, do Iggy Pop.

“Vai ser do caralho! Eu vi eles na Zoom (na Discoteca Zoom, em Brasília, no dia 25 de outubro de 1990), no Gilberto”, disse Pavel Reis, que estava acompanhado de sua esposa, a Paulinha.

O JP Manoeli, da banda Blue Butterfly, estava lá.

“Eu vi o Sisters um dia antes do show do Morrissey, em São Paulo, em 2015. Sisters na sexta-feira e Morrissey no sábado. Foi ruim. Mas teve um show depois que me falaram que foi bom. Então a expectativa é que seja bom”, disse o DJ Ed.

“Não sei. Vim pra ter um contato com a galera”, disse Saulo Valle. “Vamos curtir um gótico”, disse Pedro Gabriel, tecladista da Optical Faze. A ansiedade já estava a mil!

Chegou a grande hora! Começou o show do The Sisters Of Mercy! Subiram ao palco Andrew Eldritch, nos vocais, Ben Christo e Dylan Smith, nas guitarras e backing vocals, e Ravey Davey, operando o Doktor Avalanche.

Como o show estava lotado, o Toinha abriu uma parte da casa que eu nunca havia ido antes: um camarote à direita do palco, com bar e banheiros, que dava acesso à Pista Premium.

A galera foi ao delírio! A música de abertura foi More, do disco Vision Thing, de 1990. Encontrei com Pedro Viana, vocalista da banda Savannah.

A segunda foi Ribbons, também do Vision Thing. A terceira foi Crash and Burn, que ainda não foi lançada, mas eles a tocam desde 2000.

A quarta música foi Doctor Jeep/Detonation Boulevard, do Vision Thing. A galera cantou e chorou muito de emoção.

A quinta música foi a clássica No Time To Cry, do First and Last and Always, disco de estreia do Sisters, de 1985. Eu lembrei das noites na Madame Satã, ouvindo essas músicas na pista, em São Paulo, e estar vendo agora ao vivo!

A sexta música foi a boa Alice, do primeiro EP homônimo da banda, de 1983.

A sétima música foi a nova Show Me On The Doll, uma das três musicas novas apresentada por Eldritch no dia 16 de setembro de 2019, tocando como Near Meth Experience, na casa de concertos Trix Antwerp, na Antuérpia, Bélgica.

A oitava música foi Dominion/Mother Russia, do Floodland, de 1987, uma das minhas favoritas porque tem um dedilhado e vozes legais.

A nona música foi a clássica Marian, do First. A décima música foi Better Reptile, a segunda música nova apresentada na Antuérpia.

A décima primeira música foi a ótima First and Last and Always, do álbum homônimo. A décima segunda música foi a instrumental Kickline, a terceira música nova apresentada na Antuérpia. A décima terceira foi Something Fast, do Vision Thing.

A décima quarta música foi I Was Wrong, também do Vision Thing. A décima quinta música foi Flood II, do Floodland. Em seguida Lucretia My Reflection, do Floodland, abriu o bis.

A segunda música do bis foi Vision Thing, do disco homônimo. A terceira foi a dançante Temple Of Love, lançada como single em 1983. Em 1992 foi lançada uma nova versão com a participação da cantora Ofra Haza.

This Corrosion, do Floodland, encerrou o show com chave de ouro.

William Tatto foi de Anápolis para assistir ao show. “Achei o show ótimo”, elogiou William. “Eu tenho muitos amigos de Goiânia que estão aqui”, continuou William.

“Um dos meus amigos de Goiânia é o Marlon Baco, vocalista e guitarrista da banda de doom metal Volúpia di Baco”, disse William.

Alex e Milena marcaram presença no show.

“Pra mim foi a maior alegria ver esse show porque não pude ir no de 1990 pois eu só tinha 15 anos e minha mãe não deixou, sofri muito. Eu era darksinha na época”, disse a DJ Daniverde.

A esposa do DJ Ed, a Valenir, achou o show massa! Já o Frango não curtiu muito. “Muito ruim o som. A voz dele está mal equalizada. Mas está bom”, disse Frango, que é considerado um dos melhores engenheiros de som de Brasília.

Frango estava com o seu amigo Bruno Prieto, que tem uma sala de gravação no Lago Norte chamada Sala Fumarte. “O som está afogado. Gostaria de ouvir a voz mais presente porque é uma característica do Sisters”, disse Bruno.

“Mas é o cara!”, disse Frango, referindo-se a Andrew Eldritch. “Foi abaixo da minha expectativa”, disse Marcelo Villodres. “Eles tocaram mais músicas do álbum Vision Thing, que é um disco que a galera não curte muito”, disse Marcelo.

“Sisters exige muita potência e eles perderam a potência. Parece um cara com um violão no buteco. Eu frequentava o Madame Satã em 1983. Nessa época as bandas não vinham pra cá. Então eu tenho a nostalgia”, opinou Marcelo.

“Foi foda! Quebrou a expectativa! Foi massa!”, disse Saulo Valle. “Amo Sisters! Foi muito bom! Só não gostei dos playbacks. E ele (Andrew Eldritch) tirou o baixista. Ele não podia ter tirado o baixista. Eu fui no show da Zoom (na Discoteca Zoom, em Brasília, no dia 25 de outubro de 1990). Eu achei que ia ter a Patricia Morrison, do Floodland (a baixista foi afastada da banda e substituída por Tony James, do Sigue Sigue Sputnik)”, disse o baixista Júlio Mota, que tocou comigo na Dr. Feelgood (Mötley Crüe) e na Caboclo Jerimum.

Afonso Lopes, que vestia uma camiseta da Killing Joke e foi no show dessa banda em São Paulo, em 2018, também emitiu a sua opinião. “Fiquei decepcionado. Achei que ia ver a Patricia Morrison. O som estava péssimo”, disse Afonso.

Patricia Morrison não toca com o Sisters desde 1989, ou seja, 30 anos! “Eu gostei do show. Mas, só ter o vocalista (da formação original), diminuiu um pouco a banda. Mas valeu muito pelo resgate das músicas”, disse Viviane Villodres.

“Revival! Muito bom! Eu voltei à infância!”, disse Angelo André Carneiro Lima.

Eu tive a oportunidade de entrevistar um dos guitarristas do Sisters, o Dylan Smith, porque ele saiu do backstage para conversar com o público.

“Eu sou australiano, mas eu moro na Holanda. Sou um cidadão sueco. A América do Sul é fantástica! Nós a amamos! Mal podemos esperar para voltar aqui! Os fãs são fantásticos e apaixonados!”, disse o guitarrista.

Márcio Vital, que estava com a sua irmã Renata Vital, gostou do show. “Do caralho! Mas não tenho condição de opinar como fã”, avaliou Márcio.

“Eu achei ótimo! Muito bom! Foi incrível ter esse contato com essa banda dos anos 80! Não pensei que teria a oportunidade de ver essa banda em Brasília!”, comemorou Renata Vital.

Ike Boris, marido de Renata Vital e cuja mãe deu o nome dele inspirada em Ike Turner, marido de Tina Turner na época, também apreciou o espetáculo.

“Excelente! Muito bom! Só teve um pouco de problema com o som porque estava estourado. Mas foi bom porque eles trouxeram músicas antigas e novas. A apresentação da banda foi muito boa!”, disse Ike.

“Eles não agiram com inteligência com o público deles porque a galera queria curtir o Sisters clássico. Eles tocaram muitas músicas do terceiro disco, Vision Thing. Eles deram as costas para músicas como Walk Away”, opinou Paulo Lepletier. “Eu gostei, mas faltou Walk Away”, disse Juliana, esposa do Paulo.

“A parte que eu mais gostei foi conversar com os amigos”, disse Analine, esposa do Caju. “Foi demais! Eu gosto do Sisters. Eu sou da galera das antigas”, disse Caju. “Foi excelente”, disse Boscox.

Eu pessoalmente gostei do show e não percebi as falhas técnicas apontadas pelo público. A iluminação do Toinha estava espetacular e a casa está de parabéns, especialmente pela segurança.

Gostaria de agradecer ao Toinha Brasil Show, à Damaris Hoffman, assessora de imprensa da Top Link Music, e ao Alan Monteiro.

Setlist

1. More

2. Ribbons

3. Crash and Burn

4. Doctor Jeep/Detonation Boulevard

5. No Time to Cry

6. Alice

7. Show Me On The Doll

8. Dominion/Mother Russia

9. Marian

10. Better Reptile

11. First and Last and Always

12. Kickline (instrumental)

13. Something Fast

14. I Was Wrong

15. Floodland II

Bis

16. Lucretia My Reflection

17. Vision Thing

18. Temple Of Love

19. This Corrosion

Feedback

JP Manoeli

Scott Stapp toca no Brasil em novembro

Posted in Uncategorized on October 5, 2019 by gabrielpalmaguitar

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Scott Stapp, vocalista da banda norte-americana Creed, vem para a América Latina para turnê para tocar músicas do Creed e da sua carreira solo.
Em novembro serão seis datas no Brasil: Fortaleza (8), Porto Alegre (10), Curitiba (13), Brasília (14), Rio de Janeiro (16) e São Paulo (17).

Serviço

Scott Stapp no Brasil

Fortaleza

Quando: dia 8 de novembro

Porto Alegre

Quando: dia 10 de novembro

Curitiba

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Quando: dia 13 de novembro

Brasília

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Quando: dia 14 de novembro

Onde: Toinha Brasil Show

Rio de Janeiro

Quando: dia 16 de novembro

São Paulo

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Quando: dia 17 de novembro

Onde: Audio

Richie Kotzen toca no Brasil em novembro

Posted in Uncategorized on August 13, 2019 by gabrielpalmaguitar

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O guitarrista norte-americano tem cinco datas confirmadas no Brasil em novembro de 2019. A primeira será no dia 19, uma terça-feira, em Campinas, no Grainne´s. Na quarta-feira (20), Dia da Consciência Negra, Kotzen toca em São Paulo, no Carioca Club. Na quinta-feira (21) o também vocalista, e excelente diga-se de passagem, se apresenta em Florianópolis, no John Bull. No sábado (23), ótimo dia, Kotzen toca em Brasília, no Galpão da Aruc. E para finalizar, no domingo (24), o guitarrista se apresenta em Goiânia, no Bolshoi.

A produtora que traz Kotzen ao Brasil é a Free Pass Entretenimento, com a turnê Latin American Tour 2019.

Serviço

Richie Kotzen no Brasil

Campinas

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Onde: Grainne´s

Quando: dia 19 de novembro, uma terça-feira

São Paulo

SP

Onde: Carioca Club

Quando: dia 20 de novembro, uma quarta-feira

Florianópolis

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Onde: John Bull

Quando: dia 21 de novembro, uma quinta-feira

Brasília

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Onde: Galpão da Aruc (SRES Área especial 8, Cruzeiro Velho)

Quando: dia 23 de novembro, no sábado

Goiânia

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Onde: Bolshoi

Quando: dia 24 de novembro, no domingo

Beatles Para Crianças volta a Brasília em agosto

Posted in Uncategorized on August 9, 2019 by gabrielpalmaguitar

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O espetáculo Beatles Para Crianças volta a Brasília, após apresentações em janeiro, em agosto. Desta vez serão duas apresentações: no dia 31 de agosto, no sábado, e no dia 1° de setembro, no domingo, no Teatro da Unip, na 913 Sul, às 15h.

Serviço

Beatles Para Crianças

Quando: no dia 31 de agosto, no sábado, e no dia 1° de setembro, no domingo, às 15h

Onde: no Teatro da Unip, na 913 Sul,

Ingressos: online e na loja Eventim Brasília Shopping

Dream Theater se apresenta no Brasil em dezembro

Posted in Uncategorized on July 31, 2019 by gabrielpalmaguitar

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A banda norte-americana Dream Theater tocará no Brasil em dezembro de 2019. O primeiro show será no dia 4 em Brasília. No dia 6, no Rio de Janeiro. No dia 7, em São Paulo. No dia 8, em Curitiba. E no dia 10, em Porto Alegre.
O grupo tocará o álbum Scenes From a Memory, de 1999, na íntegra. Desculpa, mas esse disco é muito bom!
A produção é da Liberation Tour Booking (Liberation MC).

Serviço

Dream Theater no Brasil

Brasília

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Quando: dia 4 de dezembro, uma quarta-feira

Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Rio de Janeiro

Quando: dia 6 de dezembro, uma sexta-feira

Onde: Vivo Rio

São Paulo

Quando: dia 7 de dezembro, no sábado

Onde: Nova Arena Anhembi

Curitiba

Quando: dia 8 de dezembro, no domingo

Onde: Ópera de Arame

Porto Alegre

Quando: dia 10 de dezembro, na terça-feira

Onde: Pepsi On Stage

Mike Portnoy toca no Brasil em novembro

Posted in Uncategorized on July 27, 2019 by gabrielpalmaguitar

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O baterista nova-iorquino Mike Portnoy toca no Brasil em novembro de 2019. O primeiro show será no dia 1°, uma sexta-feira, em Belo Horizonte (MG). No dia seguinte (2), Dia de Finados, no sábado, em Brasília, no Galpão da Aruc. A produção de Brasília é da Live Concert Produções.

No mesmo dia, em Brasília, haverá show da banda escocesa Nazareth no Toinha Brasil Show. No domingo (3) Portnoy tocará em Goiânia (GO). Na quinta-feira (7) Portnoy se apresenta em São Paulo, no Tropical Butantã.

Na sexta-feira (8) Portnoy tocará na Nova Friburgo, no Rio de Janeiro. No sábado (9) o show será em Limeira (SP). No domingo (10) o baterista do Winery Dogs se apresenta em Porto Alegre (RS).

Na quinta-feira (14), Portnoy tocará em Curitiba.

Na sexta-feira (15), dia da Proclamação da República, Portnoy tocará no Recife (PE). No sábado (16), último show do baterista no Brasil, Portnoy finaliza a turnê em Manaus (AM).

A turnê Redemption Tour 2019 será com a banda brasileira Noturnall e o vocalista brasileiro Edu Falaschi. Portnoy fará um show com clássicos do Dream Theater e reencontrará o seu ex-parceiro do Adrenaline Mob, o guitarrista Mike Orlando, agora do Noturnall.

Serviço

Mike Portnoy no Brasil com Noturnall e Edu Falaschi

Belo Horizonte

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Quando: dia 1° de novembro, uma sexta-feira, às 21h

Onde: Mister Rock, em Belo Horizonte

Brasília

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Quando: dia 2 de novembro, Dia de Finados, no sábado, às 21h

Onde: Galpão da Aruc – SRES Área Especial, 8 – Cruzeiro Velho

Goiânia

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Quando: dia 3 de novembro, no domingo, às 18h

Onde: Bolshoi Pub, em Goiânia (GO)

São Paulo

Quando: dia 7 de novembro, quinta-feira, às 20h

Onde: Tropical Butantã, em São Paulo

Nova Friburgo (RJ)

Quando: no dia 8 de novembro, na sexta-feira, às 21h

Onde: a confirmar, Nova Friburgo, no Rio de Janeiro

Limeira (SP)
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Quando: no dia 9 de novembro, no sábado, às 21h

Onde: Bar da Montanha, em Limeira (SP)

Porto Alegre

Quando: no dia 10 de novembro, no domingo, 18h

Onde: Opinião, em Porto Alegre (RS)

Curitiba
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Quando: dia 14 de novembro

Onde: Curitiba

Recife (PE)

Quando: dia 15 de novembro, dia da Proclamação da República, 21h

Onde: a confirmar, na Nova Friburgo Recife (PE)

Manaus (AM)

Quando: dia 16 de novembro, no sábado, às 21h

Onde: a confirmar, em Manaus (AM)

Mask – Baile de Máscaras

Posted in Uncategorized on July 25, 2019 by gabrielpalmaguitar
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Imagine uma festa no século XXI com músicas dos anos 80 e 90 e máscaras do século XVI, do Carnaval de Veneza, onde a nobreza se disfarçava para sair e misturar-se com o povo. Junte a isso os DJs Sonic, Bode Velho, Telma & Selma e Laura Palmer. 
A festa será no dia 3 de agosto, no sábado, às 22h, no Espaço Cultural Canteiro Central, no Setor Comercial Sul, Quadra 3, bloco A, na Asa Sul. A entrada é R$ 10 com máscara e R$ 15 sem máscara.
Serviço 
Mask – Baile de Máscaras 
Quando: dia 3 de agosto, no sábado, às 22h
Onde: Espaço Cultural Canteiro Central, no Setor Comercial Sul, Quadra 3, bloco A, na Asa Sul
Entrada: R$ 10 com máscara e R$ 15 sem máscara