Glenn Hughes retorna ao Brasil em outubro de 2019

Posted in Uncategorized on June 27, 2019 by gabrielpalmaguitar

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Pouco depois de um ano de sua última passagem pelo Brasil, o lendário Glenn Hughes retorna ao país para a segunda parte de sua bem-sucedida tour Classic Deep Purple Live, desta vez apresentando o clássico Burn de ponta a ponta em comemoração aos 45 anos de lançamento do álbum, além de outros clássicos do lendário catálogo da instituição inglesa chamada Deep Purple.

Esta nova perna da turnê irá se iniciar no dia 27 de setembro em Buenos Aires, com passagem já confirmada no Uruguai e em todas as regiões do Brasil, sendo que algumas cidades irão receber o músico pela primeira vez. Hughes tocará em sete cidades brasileiras ao todo.

Confira abaixo o serviço das datas anunciadas até o momento e que contam com produção da EV7 Live.

 

Serviço

Glenn Hughes no Brasil – Burn + Clássicos do Deep Purple ao vivo

São Paulo

Glenn Hughes em São Paulo/SP

Data: 12/10/2019

Local: Tropical Butantã

Endereço: Av. Valdemar Ferreira, 93, Butantã, São Paulo/SP

Ingressos: https://ticketbrasil.com.br/show/6970-glennhughes-saopaulo-sp

Informações: https://www.facebook.com/events/284193219175850/

Recife 

Data: 19/10/2019

Local: Baile Perfumado

Endereço: R. Carlos Gomes, 390, Prado, Recife/PE

Ingressos: https://ticketbrasil.com.br/show/6972-glennhughes-recife-pe

Informações: https://www.facebook.com/events/171168603803248/

Fortaleza

Data: 20/10/2019

Local: Complexo Armazém

Endereço: Av. Almirante Barroso, 444, Centro, Fortaleza/CE

Ingressos: https://ticketbrasil.com.br/show/6973-glennhughes-fortaleza-ce

Informações: https://www.facebook.com/events/286030735635360/

Belém

Data: 22/10/2019

Local: Botequim

Endereço: Av. Gentil Bitencourt, 1445, Nazaré, Belém/PA

Ingressos: https://ticketbrasil.com.br/show/6974-glennhughes-belem-pa/ingressos

Informações: https://www.facebook.com/events/326420804740739/

Brasília

Data: 24/10/2019

Local: Toinha Brasil Show

Endereço: SOF, Quadra 9, Guará, Brasília/DF

Ingressos: https://ticketbrasil.com.br/show/6975-glennhughes-brasilia-df

Informações: https://www.facebook.com/events/947795755390945/

Goiânia

Data: 25/10/2019

Local: Teatro Madre Esperança Garrido

Endereço: Av. Contorno, 241, St. Central, Goiânia/GO

Ingressos:  https://ticketbrasil.com.br/show/6976-glennhughes-goiania-go/ingressos

Informações: https://www.facebook.com/events/2197068787044235/

 

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Michale Graves vai tocar no Toinha no dia 25

Posted in Uncategorized on June 21, 2019 by gabrielpalmaguitar

O vocalista norte-americano Michale Graves vai tocar no Toinha Brasil Show, na próxima terça-feira (25), na American Monster Tour. Graves é conhecido por ser ex-vocalista do Misfits, de 1995 a 2000, com uma participação especial em 2001.

Ele tocará os discos American Psycho, de 1997, uma obra-prima, e Famous Monsters, de 1999, na íntegra, com banda completa. No dia 5 de novembro de 2010, Graves tocou com o Marky Ramone’s Blitzkrieg no Arena Futebol Clube, em Brasília. O Gabriel Palma Guitar fez o registro desse show.

A produção da turnê de Graves é da EV7 Live com a Venus Concerts. O primeiro show no Brasil foi no Rio de Janeiro ontem (20), no Circo Voador. A segunda será hoje (21), em Belo Horizonte, no Mister Rock. A terceira será amanhã (22), em São Paulo, no Carioca Club. E a última será na terça-feira (25), em Brasília, no Toinha Brasil Show.

Pôster do Cristiano Suarez

Serviço

Michale Graves no Brasil

Belo Horizonte

Quando: dia 21 de junho de 2019, hoje, sexta-feira

Onde: Mister Rock – Av. Tereza Cristina 295, Prado, Belo Horizonte

São Paulo

Quando: dia 22 de junho de 2019, no sábado

Onde: Carioca Club – Rua Cardeal Arcoverde 2899, Pinheiros, São Paulo

Brasília

Quando: dia 25 de junho de 2019, uma terça-feira

Abertura da casa: 19h30

Previsão de início: 20h30

Onde: Toinha Brasil Show – SOF Q 9, Guará, Brasília, DF

Outras datas no Brasil com produção da Venus Concerts

Jeff Scott Soto faz show surpresa em Brasília

Posted in Uncategorized on May 30, 2019 by gabrielpalmaguitar

Jeff Scott Soto se apresentou com a sua banda SOTO no dia 3 de maio de 2019, em Brasília, no Toinha Brasil Show. Eu fiquei sabendo do show um dia antes pelo Twitter do Jeff Scott Soto!!! Mas tudo deu certo e eu fui no show com a minha esposa, Renata.

O SOTO tem três discos: Inside The Vertigo, de 2015, DIVAK, de 2016, e Origami, de 2019. Mas o ponto alto do show pra mim foi quando ele tocou I’ll Be Waiting, do disco de estreia homônimo da banda Talisman, dele, de 1990. A música foi composta por Jeff Scott Soto e o músico sueco Marcel Jacob.

Outro ponto alto foi quando eles fizeram um medley ou pot-purri e incluíram as músicas Stand Up, composta por Sammy Haggar e tocada pela banda Steel Dragon, com Jeff Scott Soto nos vocais, do filme Rock Star, de 2001; e We’re Not Gonna Take It, do Twisted Sister.

Após o show do SOTO, tocou uma banda cover do Whitesnake, que empolgou a todos. Eu encontrei muitos colegas no show.

Eu e o guitarrista César Logan R.

Eu e o guitarrista Chicão.

Eu e o guitarrista Pablo Vilela.

Eu e o compositor e guitarrista da banda Land Of Lies, Emiliano Aquino.

Fabio Marreco, do Marreco’s Fest, e eu.

Renata, minha esposa, e eu.

Eu e Pedro Viana, vocalista da banda Savannah.

Eu e Arthur, guitarrista da banda John No Arms.

Jeff Scott Soto se apresenta hoje (3) no Toinha

Posted in Uncategorized on May 3, 2019 by gabrielpalmaguitar

O vocalista novaiorquino Jeff Scott Soto se apresenta em Brasília, no Toinha Brasil Show, nesta sexta-feira. A casa abre às 21h e o show será às 23h. Soto já participou de várias bandas, mas nesta noite ele traz à capital federal a sua banda SOTO.

O primeiro disco deles foi lançado no dia 30 de janeiro de 2015 e foi co-escrito por Gus G, ex-guitarrista de Ozzy Osbourne.

Jeff Scott Soto e eu, no América Rock Club, em Taguatinga, após um show dele no dia 25 de setembro de 2012.

Serviço

Jeff Scott Soto em Brasília

Onde: Toinha Brasil Show – SOF Q. 9, Guará, Brasília

Quando: dia 3 de maio de 2019, às 23h

Ingressos: http://www.toinhabrasilshow.com ou no local

Dire Straits Legacy toca em Brasília!

Posted in Uncategorized on April 12, 2019 by gabrielpalmaguitar

A banda Dire Straits Legacy (DSL) toca em Brasília, no próximo domingo (14), no auditório Master Ulysses Guimarães. Eles voltam à America Latina em março para uma turnê. Nesta turnê estão presentes o tecladista Alan Clark, o guitarrista Phi Palmer e o saxofonista Mel Collins, que fizeram parte da banda.

A banda tocará em Brasília, no próximo domingo (14). No show são esperados clássicos como Sultans Of Swing, Money For Nothing e Walk Of Life, entre outros.

Serviço

Dire Straits Legacy em Brasília

Quando: 14 de abril, no domingo

Onde: auditório Master Ulysses Guimarães – Setor de Divulgação Cultural 5, Eixo Monumental, Brasília, DF

Zakk Wylde em Brasília

Posted in Uncategorized on April 9, 2019 by gabrielpalmaguitar

Dia do Zakk Wylde em Brasília, 2 de abril de 2019, uma terça-feira. Saí da minha casa na Asa Sul para o show. Primeira vez que fui dirigindo para o Toinha Brasil Show. Liguei o Google Maps. Fui pelo Parque da Cidade.

Saindo de lá, entrei na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig). Nunca soube que tinha esse nome. Só o Google Maps para me ensinar essas coisas. Depois entrei na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), essa uma Estrada Parque famosa.

Em seguida, o Google Maps me disse para entrar à direita para pegar a Saída Sul da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia). Essa sigla eu pesquisei no Google!

Depois eu não me lembro muito do caminho, mas sei que cheguei lá sem ter que passar pela BR-450 que fica em frente ao Casa Park, que tem um retorno muito difícil de fazer porque tem muitos carros.

Aí eu lembrei que meus pais iam muito lá, no Setor de Oficinas (SOF) Sul, na oficina Germany, para consertar seus carros. Chegando no Toinha, percebi que tinha um clima muito diferente do Kip Winger, que tinha tocado lá na última sexta-feira (29). Estava muito mais cheio!!!

Não tinha lugar para estacionar!!! E o pior: o Google Maps não te leva em frente ao Toinha, mas sim a uma rua paralela. Mas tudo bem. Eu estacionei nessa rua mesmo porque lá tinha vaga.

Fui caminhando com a minha esposa, Renata, para o Toinha. Quando chegamos ao Toinha, fiquei de cara: uma fila gigantesca!!! Mas fiquei confuso: não sabia se a fila era para entrar ou para comprar ingressos.

Fui na bilheteria me informar. Mas, como eu era da imprensa, eles me deixaram entrar direto. O ingresso mais barato era 180 reais, um preço bem salgado. Porém mesmo assim o show estava lotado!!! E numa terça-feira à noite!!!

Imagina se fosse numa sexta-feira ou num sábado!!! Afinal de contas, o Zakk Wylde é guitarrista do Ozzy há 30 anos!!! No dia 17 de março de 2019, morreu Bernie Tormé, guitarrista do Ozzy do qual eu nunca tinha ouvido falar e foi a maior comoção no Twitter.

Em março de 1982, Bernie Tormé foi o primeiro guitarrista a substituir Randy Rhoads, que morreu no dia 19 de março de 1982. Após poucos shows, percebeu-se que o estilo blues de Bernie Tormé não se encaixou com o heavy metal de Ozzy e ele foi substituído por Brad Gillis, do Night Ranger.

Mas na verdade quem é fã de Zakk Wylde é fã da banda dele mesmo, o Black Label Society, que iria tocar no Toinha naquela noite. Para você ter uma ideia, o guitarrista César Logan R, que tocou comigo no Bloodskin, cover do Slayer, em 2014, é fã doente do Black Label Society.

César tem um colete com um back patch do Black Label Society, um adesivo no carro e usa uma Les Paul com captadores EMG, assim como Zakk Wylde. Eu, pra te falar a verdade, não sou fã do Zakk Wylde.

Eu prefiro o Randy Rhoads, ídolo do Zakk Wylde, que morreu precocemente em um acidente de avião, assim como sou fã do Jake E. Lee, que gravou músicas com o Ozzy como Bark At The Moon e Shot In The Dark, mas que foi demitido por Sharon Osbourne, esposa e empresária do Ozzy, por sabe-se lá qual motivo. E o Zakk Wylde é que substituiu o Jake E. Lee.

Na verdade o que me incomoda em Zakk Wylde é o seu estilo ogro, machão, musculoso, motoqueiro. Não me identifico. Eu gosto de um visual mais andrógino de rock ‘n’ roll. Mas eu não sou idiota. Eu sei que o cara toca muito e é respeitadíssimo no mundo do heavy metal.

Mas o Zakk Wylde tem uma grande história com o Ozzy. Os dois fizeram grandes hits juntos, como No More Tears e Mama I’m Coming Home, ambas do disco No More Tears, lançado em 1991. Mas Zakk Wylde não se contentou em apenas ser o sideman do madman.

Ele montou a sua própria banda, o Black Label Society, em que não apenas toca, mas canta também. E, no ano de 1995, Axl Rose, do Guns n’ Roses, chamou Zakk Wylde para tocar no Guns. Na época Ozzy gravava o álbum Ozzmosis. Zakk Wylde gravou o disco, mas Steve Vai chegou a gravar uma música, My Little Man.

Cogitou-se uma turnê do álbum com Steve Vai nas guitarras. Mas, por razões contratuais de gravadoras, não deu certo. Quem fez a turnê de Ozzmosis foi Joe Holmes, ex-David Lee Roth. Zaķk Wylde flertou com a ideia de tocar no Guns n’ Roses, mas, por algum motivo, não deu certo.

Outro substituto de Zakk Wylde no Ozzy foi Gus G. Mas Ozzy e Zaķk Wylde acabaram voltando e tocam juntos até hoje. Mas Zaķk Wylde fez um grande feito porque angariou um enorme número de fãs com o Black Label Society que não vão aos shows dele apenas para ver o guitarrista do Ozzy, mas o próprio Zakk Wylde.

Tragédia anunciada

E em Brasília não foi diferente. As massas estavam lá para vê-lo. Entrando no Toinha, tem um corredor com luzes de Natal no teto. O ambiente do show do Zakk Wylde foi diferente do Kip Winger, era um galpão maior, enquanto o ambiente menor do Toinha é um pub.

Mas ainda assim aquele ambiente era muito pequeno para o show do Black Label Society. Tinha uma fila imensa para comprar fichas para cerveja. E o bar era um quadrado gigante no meio do espaço, um trambolho. Estava tão cheio que você não conseguia sair do lugar nem para ir ao banheiro.

E começou a ficar muito quente, abafado, difícil de respirar. E, como as pessoas não conseguiam chegar ao fumódromo, começaram a fumar bem ali. Mas não foi culpa delas, foi falta de organização e responsabilidade do Toinha. Eu até pensei que eles poderiam ter aberto a parte do pub para desafogar a galera.

Depois eu fui ver e percebi que eles abriram a parte do pub, mas não sei em que momento. Eu até conversei com a gerente da casa e disse que lá poderia ocorrer uma tragédia como na boate Kiss, em que um incêndio matou 242 pessoas e feriu 680, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, no dia 27 de janeiro de 2013.

Estava tão insalubre que eu e a minha esposa saímos antes de acabar o show. Eu conversei com o pessoal da Liberation Tour Booking e eles me disseram que em Brasília não tem local que suporte duas mil pessoas e que além disso eles saem no prejuízo porque em São Paulo uma casa maior sai pela metade do preço.

Black Label Society

Bom, quanto ao show do Black Label Society, eu não tenho nada a reclamar. Pelo contrário, só elogiar. Primeiro porque eles aguentaram aquele calor infernal e aquela falta de respeito pelos fãs. O show foi estrondoso!

Tanto em iluminação quanto em som. O show abriu com umas luzes rosas incríveis. E o Zakk Wylde tem muita presença de palco! Os seus cabelos loiros dão inveja em qualquer mulher! E, quando ele parte para os solos, ele incendeia a guitarra!

E foi legal que tinham jovens e idosos na plateia! Todos curtindo muito! Cantando todas as músicas! Levantando os braços! Pessoas chegavam em motos no show! Encontrei vários amigos.

O Gustavo que estudou no Marista comigo. O Estevão Hector, que tem um estúdio de tatuagem em Águas Claras. “Eu já assisti ao show do Black Label Society antes e foi o melhor da minha vida!”, disse Estevão. O Guilherme Negrão do Slug.

O Black Label Society tocou músicas como Bleed For Me, a faixa de abertura do álbum 1919 Eternal, de 2002. Na verdade a turnê comemora o aniversário do disco de estreia da banda, Sonic Brew, de 1999, além de promover o álbum de 2018, Grimmest Hits.

Apesar de ter o nome hits, não se trata de um álbum de sucessos, mas sim de músicas inéditas.

Kip Winger em Brasília

Posted in Uncategorized on April 2, 2019 by gabrielpalmaguitar
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Kip Winger e Robbie Rothchild

Texto: Gabriel Palma

Fotos: Maurício Kozak

O dia 29 de março de 2019, uma sexta-feira, foi um dia importante. Kip Winger, vocalista e baixista do Winger, tocaria em Brasília, no Toinha Brasil Show, com o percussionista Robbie Rothchild. Então, ao invés de termos aquele show da banda Winger ao qual estamos acostumados: elétrico, empolgante, com Reb Beach nas guitarras e Rod Morgenstein na bateria (o show que eu vi em Belo Horizonte (BH), no dia 10 de fevereiro de 2015, o guitarrista base John Roth não tocou, foi substituído por Donnie Smith, guitarrista de turnê), tivemos um set acústico com Kip Winger tocando em um lindo violão 12 cordas.

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Eu, Renata, Maurício Andrade e Maurício Kozak

Eu nunca tinha ido ao Toinha Brasil Show, que fica no Setor de Oficinas (SOF) Sul, Quadra 9, no Guará. Eu fui com a minha esposa, Renata, e nossos amigos Maurício Kozak e Maurício Andrade. Nenhum de nós tínhamos ido lá antes. O Kozak foi particularmente interessado no Toinha porque será lá que a banda The Sisters Of Mercy tocará no dia 7 de novembro de 2019. Kozak inclusive me chamou para entrevistar o Andrew Eldritch, vocalista do Sisters, para a Rádio Zoom Music. Mas eu e a Renata tínhamos um motivo especial para ir a esse show. Depois do show do Winger em BH, nós decidimos nos casar.

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Eu, Renata e Maurício Andrade

Bom, eu achei o Toinha Brasil Show um lugar difícil de achar, até porque não tinha muita movimentação ao redor como cambistas, pessoas vendendo camisetas, quiosques de cachorro quente e bebidas. E no SOF Sul não tem nada aberto à noite, o que é bom para uma casa de shows porque não incomoda ninguém. Pela minha percepção, a entrada para chegar lá é a do Shopping Casa Park, perto do Park Shopping, do outro lado da pista da Rodoviária Interestadual de Brasília. Aliás, uma dica para quem passar por lá e precisar tirar dinheiro: tem um caixa 24h na Rodoviária Interestadual de Brasília. Não achamos nenhuma no Guará! E o Toinha Brasil Show não fica no Guará, mas sim na região administrativa (RA) do Guará.

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Letreiro no fumódromo a céu aberto

O Toinha Brasil Show tem um letreiro legal, tinha um segurança simpático na porta chamado Johnathan. Eu achei estranho porque na Ticket Brasil a inteira estava anunciada por R$ 140 e a meia por R$ 70. E na bilheteria o ingresso foi vendido pelo preço único de R$ 80. Enfim, entrando no Toinha, várias decorações. Tem quadros 3D que mudam a imagem e um quadro do Ozzy Osbourne, entre outros. Fiquei impressionado com o tamanho do ambiente: pequeno. Tinham umas mesas com cadeiras e um palco baixo. Ao entrar mais, um fumódromo gigante bem bonito a céu aberto com palmeiras. O piso de madeira maciça rústica e os bancos de concreto. Aliás, indo para os banheiros, grandes paredes de concreto que dão um ar bem moderno ao ambiente. Tinham também sofás vermelhos. Mas um segurança me explicou que esse é só um dos ambientes do Toinha, que tem um ambiente ao lado bem maior que recebe atrações com mais público como o Phil Anselmo do Pantera.

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Quadro do Ozzy Osbourne

A banda Planno abriu o show. Eles tocaram músicas autorais e alguns covers como I Saw You Saying (That You Say That You Saw), dos Raimundos, e Come Together, dos Beatles. Com o término da apresentação do Planno, após alguns minutos, sobe ao palco Kip Winger e Robbie Rothchild. Eu me empolguei demais ao ver Kip Winger na minha frente. Ninguém se atreveu a ir lá na frente, mas eu fui. Tentei cumprimentá-lo, mas Kip Winger não parou para fazer isso, ficou afinando seu violão. Eu mostrei pra ele as minhas tatuagens do Mötley Crüe, uma banda de hard rock americana, assim como o Winger. Coisa de fã. Cumprimentei alguns conhecidos na plateia: o Daniel, que estava com uma camiseta do Mötley Crüe com a capa do disco Theatre Of Pain, de 1985, que tem as caras do teatro; a  Rosane “Zane” Galvão, baixista do Flammea; a Bia; o Marco; e o Gabriel, meu xará, que estudou comigo no Marista.

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Quadros 3D que mudam a imagem ao lado da bilheteria

Não me lembro exatamente a ordem do setlist do show do Kip Winger, mas sei as músicas que me marcaram. Easy Come Easy Go foi uma delas! Essa é do segundo disco do Winger, In The Heart Of The Young, lançado em 1990. Ela foi composta por Kip Winger com o Reb Beach. Eu cantei ela toda! Segue o refrão dela abaixo!

Easy come easy go,
This won’t break my heart,
Don’t ya know
Sometimes high, sometimes low,
Easy come easy go
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Eu assistindo ao Kip Winger

Outra música muito empolgante foi Down Incognito. Essa música é do terceiro álbum de estúdio do Winger, Pull, lançado em 1993. Ela foi composto por Kip Winger com o Reb Beach e também fez parte do segundo álbum solo de Kip Winger, Down Incognito, lançado em 1998. Segue um trecho da letra abaixo!
‘Cause I’m all out of time
And I’m all out of money
Hangin’ Down Incognito
Waitin’ for the sun to shine
Counts to the left
Jokers to the right
Countin’ on the rest of us
To come and take a bite
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Kip Winger e Robbie Rothchild

Kip Winger também tocou Miles Away. Essa os Maurícios reconheceram. Ela fez parte da coletânea Lovy Metal, da Som Livre. Miles Away também é do disco In The Heart Of The Young e foi composta por Paul Taylor, tecladista e guitarrista base do Winger na época. Assim como Kip Winger, Paulo Taylor tocou com Alice Cooper nas turnês dos álbuns Constrictor (1986) e Raise Your Fist And Yell (1987). Depois de saírem do Alice Cooper, eles formaram o Winger.
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Kip Winger e Robbie Rothchild

Kip Winger também tocou Hungry e Madaleine, ambas do disco de estreia do Winger, Winger, lançado em 1988. Eu empolguei muito com Madaleine! Madaleine foi o primeiro single do Winger. Segundo Kip Winger, ela foi uma das primeiras quatro músicas que ele compôs com o guitarrista Reb Beach e que ela foi baseada em alguns riffs que o Reb Beach tinha. Reb Beach disse isso em seu workshop em Brasília, em outubro de 2013. “Geralmente eu faço vários riffs de guitarra e o Kip Winger faz uma música com eles”, disse Reb Beach rindo. Segue a letra dela abaixo!
Tell ya ’bout this lady
Such tender eyes, such a sweet believer, the story never lies
When I found you girl, you were so far down, a black cat in disguise
How in the world could it come to this
Couldn’t you see that you’d gone too far
Saving your soul for that one last kiss
Living your wish upon a star
Madalaine, this is love too tough to tame
Madalaine, beware of the girl, beware of the pain
Running scared through the dark of the day, the story never dies
But the names keep changin’ and the faces fade, take you dead or alive
How in the world could it come to this
Couldn’t you see that you’d gone too far
Saving your soul for that one last kiss
Living your wish upon a star
Madalaine, this is love too tough to tame
Madalaine, beware of the girl, beware of the pain
All your glory was left like an angry child
Waiting to take your luck away
But you can’t see you’re still running wild
Oh Madalaine, now don’t run away from me
Madalaine, this is love too tough to tame
Madalaine, beware of the girl, beware of the pain
Madalaine, this is love too tough to tame, too tough to tame…
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Kip Winger

Kip Winger também tocou Headed For A Heartbreak, uma música linda! No workshop que Reb Beach deu em Brasília, em outubro de 2013, ele contou que o Richie Sambora, guitarrista do Bon Jovi na época, chegou para ele e disse que ele o admirava porque a duração do solo de Headed For A Heartbreak é muito longa. “Eu não tenho um vídeo com um solo longo desses na MTV!”, teria dito Richie Sambora, segundo Reb Beach! Eu realmente senti a falta do Reb Beach no show. Eu fiquei gritando: “Where’s Reb Beach? (Onde está Reb Beach, em inglês)”, mas o Kip Winger não me respondeu.
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Outras músicas legais que o Kip Winger tocou foi Can’t Get Enuff e Rainbow In The Rose, ambas do disco In The Heart Of The Young. Eu sei que eu gritei Seventeen!!! E Kip Winger respondeu: “Of course I’m going to play Seventeen!!! (É claro que eu vou tocar Seventeen!!!, em inglês”. E em seguida tocou Seventeen. Aí eu pirei! Seventeen é do primeiro disco do Winger. Quando terminou o show, Kip Winger pegou na minha mãe e disse: “Thank you!!! (Obrigado!!!, em inglês)”. Eu quis trocar uma ideia com ele, mas ele foi direto para o camarim e eu fui barrado pelo segurança. Agradecimentos especiais ao Maurício Kozak pelas fotos!!!