Archive for john 5

Sai Welcome To Violence, novo single de John 5

Posted in Discos, DVD, Guitarristas, Lançamentos, Singles with tags , , , , , , on October 6, 2011 by gabrielpalmaguitar

John 5 (Marilyn Manson/Rob Zombie) lançou o novo single Welcome To Violence do seu disco ainda a ser lançado God Told Me To. Eu achei essa faixa bem industrial, com a base e a bateria me lembrando muito Ministry. Talvez até demais.

A arte da capa, que é bem legal, é do Piggy D., baixista e companheiro de banda do John no Rob Zombie. Segundo o site oficial do John, o álbum terá uma pintura de John 5 por Rob Zombie e virá ainda com um DVD.

John já havia lançado o primeiro single do disco, um cover de Beat It, de Michael Jackson, que não me cativou.

Mais informações

www.john-5.com

 

Vegas Rocks! Magazine Award dá prêmios a rockeiros

Posted in Cantores, Celebridades, Eventos, Guitarristas, Mötley Crüe, Notícias with tags , , , , , , , on July 26, 2011 by gabrielpalmaguitar

O vocaiista do Mötley Crüe, Vince Neil, vai receber o prêmio Lifetime Achievement in Rock ‘n’ Roll no Vegas Rocks! Magazine Award no showroom principal do Hilton de Las Vegas no dia 21 de agosto. Outros rockeiros que irão passar pelo tapete vermelho e receber prêmios são os guitarristas John 5 (Marilyn Manson/Rob Zombie) e Steve Stevens (Billy Idol). Para quem estiver lá, os ingressos custam 25 dólares!!! Uma pechincha!

Fonte:

Blabbermouth.net

www.vegasrocks.com

Happening Ten Years Time Ago dos Yardbirds e sua regravação

Posted in Bandas, Gravações, Mötley Crüe, Músicas, Regravações, Singles with tags , , , , , , , , , , , on July 23, 2011 by gabrielpalmaguitar

Happening Ten Years Time Ago foi o primeiro single, de 1966, dos Yardbirds a ter Jimmy Page nas guitarras, e uma das primeiras músicas em que Page tocou junto com outro grande guitarrista: Jeff Beck! John Paul Jones gravou o baixo da música e acabou entrando para o Led Zeppelin mais tarde. Em 1995 no CD Jeffology: A Guitar Chronicle, produzido por Billy Sherwood (John 5) e John Alderete, essa música foi regravada por John Corabi, nos vocais, Mick Mars, na sítara, Bruce Bouillet, na guitarra, John Alderete, no baixo, e Jay Schellen, na bateria.

Nikki Sixx fala sobre Lies Of The Beautiful People

Posted in Discos, Livros, Mötley Crüe, Notícias, Singles, Videos with tags , , , , , , , , on May 24, 2011 by gabrielpalmaguitar

A Artison News Service lançou um vídeo-clipe com o baixista do Mötley Crüe/Sixx: AM, Nikki Sixx, falando sobre a inspiração para o novo single do Sixx: AM, Lies Of The Beautiful People. A música é do disco de 11 faixas que acompanha seu livro novo, This Is Gonna Hurt: Music, Photography and Life Through The Distorted Lens Of Nikki Sixx, sucessor do New York Times Best-Seller The Heroin Diaries.

Lies Of The Beautiful People ataca as contradições da sociedade que levaram Nikki Sixx a questionar: “Se eu encontro beleza em lugares que a maioria acha freakish ou macábro, então por que às vezes eu procuro beleza no que a sociedade acha belo? Eu estou entrando em contradição ou eu consigo ver além do que a maioria? Essa é uma boa pergunta. Quando me refiro às mentiras das pessoas belas, eu quero dizer não vá só pelas aparências”.

“Sempre tive um olho pra estranhezas na vida. Desde criança vi o mundo da minha maneira e sempre achei o diferente mágico e belo. Até coisas que os outros achavam nojentas e esquitas…As pessoas dizem que eu tenho lentes distorcidas. Eu acho que eu vejo as coisas como elas realmente são. Eu senti a necessidade de dar vida às minhas visões. Este projeto é cru, é o que eu vejo e sinto escrevendo, com fotos, música e vídeo”.

Na semana de lançamento, This Is Gonna Hurt, o segundo disco de Sixx: AM, composto por James Michael, DJ Ashba, também do Guns n’ Roses, e Nikki Sixx, vendeu 30 mil cópias nos Estados Unidos, chegando à décima posição da Billboard.

This Is Gonna Hurt é sobre questões humanas. A música Oh My God fala sobre uma criança de rua e como nós viraremos nosso rosto enquanto o nosso copo estiver cheio. Em Live Forever: But now, you’re the only thing left worth dying for/You give me a reason I can’t ignore/And make me wanna live forever.

“Nós somos quem somos…Venenosos e malignos ou honestos e dispostos…Dispostos para fazer diferença. O álbum, produzido por James Michael e escrito por Sixx, Michael, Ashba e amigos: John William Lowery (o próprio John 5!) e Blair Daly. O disco transmite muitas emoções fortes e tem momentos épicos. O som é viciante e dá vontade de ouvir muitas vezes.

Fonte: Blabbermouth.net

John 5: Chop Shop #2

Posted in Videos with tags , , on May 16, 2011 by gabrielpalmaguitar

Segue a segunda vídeo-aula de John 5 para Guitar World, Chop Shop #2.

John 5: Chop Shop #1

Posted in Videos with tags , , , , on May 16, 2011 by gabrielpalmaguitar

Veja o primeiro vídeo de John 5 para Guitar World, Chop Shop #1. Parece ser uma frase tirada da música The Werewolf Of Westeria do disco The Devil Knows My Name.

Novo vídeo de Rob Zombie e John 5

Posted in Videos with tags , , , , , , on May 16, 2011 by gabrielpalmaguitar

John 5, Rob Zombie e Scott Ian

A Voice of Rock entrevistou Rob Zombie e John 5 no Soundwave Festival em Melbourne, na Áustralia, no dia 4 de março deste ano. O vídeo foi lançado agora, Veja ele abaixo!

Novos vídeos de John 5

Posted in Videos with tags , , , , on May 2, 2011 by gabrielpalmaguitar

John 5 não lançava vídeos há algum tempo, mas em turnê com Rob Zombie pela Inglaterra ele fez 2 vídeos para a All Axess ensinando a tocar a música The Art Of Malice do seu último CD homônimo. No vídeo, ele toca uma linda Telecaster dourada.

Quem é o novo guitarrista do Ozzy?

Posted in Guitarristas, Shows with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on February 21, 2011 by gabrielpalmaguitar

Ozzy Osbourne, primeiro vocal da lendária Black Sabbath e Rei das Trevas em carreira solo, chegando a morder morcegos no palco e quase ter matado a sua esposa Sharon, vai tocar em Brasília pela primeira vez no Ginásio Nilson Nelson no dia 5 de abril de 2011.

Mas depois de ter tido sem sombra de dúvida os melhores guitarristas da história do rock (Tony Iommi, Randy Rhoads, Jake E. Lee, Zakk Wylde, Joe Holmes, Steve Vai, Alex Skolnick, Brad Gillis, Jerry Cantrell, Bernie Tormé, Slash, John 5) fica a grande pergunta: Quem é afinal o atual guitarrista do Ozzy???

O mistério foi resolvido. O guitarrista atual de Ozzy é Kastas Karamitroudis, conhecido como Gus G. O nome Gus veio da tradução do grego para o inglês americano de Kastas para Gus. O G foi um apelido dado por um amigo.

Nascido em Tessaloniki, na Grécia, Gus G saiu do seu país de origem, aos 18 anos de idade, para os Estados Unidos para estudar na escola de música Berklee, em Boston, Massachusetts.

Gus logo entrou para a cena do heavy metal. Em Berklee, conheceu o professor Joe Stump, um guitarrista neoclássico que foi uma grande influência na carreira de Gus.

Em 2005, Gus G substitui o guitarrista do Arch Enemy em uma turnê do Ozzfest e contribuiu no disco deles Doomsday Machine fazendo o solo de Taking Back My Soul.

Gus G fez os solos da música Garden Of Chaos do disco homônimo de Rob Rock (e não Bob Rock rs). Eu gostei muito dessa música!!!

As músicas Felonies Of The Christian Art e Life Deprived do disco Defiance Of Existence da banda Old Man’s Child também contaram com os solos de Gus G.

Gus G também tocou solos no disco Gallow’s Gallery da banda japonesa de black metal Sigh.

Gus G tocou solos na música instrumental Sting Of Remorse do disco Wearing A Martyr’s Crown da banda Nightrage.

Gus G tocou na música The Road do disco A Star-Crossed Wasteland da banda In This Moment. Esse solo me lembrou o estilo de John 5.

Gus G tocou guitarra no último disco de Ozzy, Scream, de 2010.

Além dessas bandas, Gus G também toca com sua banda Firewind.

Gus G já tocou nas bandas Mystic Prophecy e Dream Evil (o falecido Dio também tem um disco com esse nome).

Serviço

OZZY OSBOURNE – SCREAM
Local: Setor SRPN – Ginásio de Esportes Nilson Nelson – Asa Norte
Central de Vendas Tickets For Fun: 4003 0848
Única apresentação: Terça-feira, 05 de abril de 2011
Horário: 21h30
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos a 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); a partir de 16 anos: permitida a entrada (desacompanhados).

PREÇOS DOS INGRESSOS
Setor Superior – R$ 120,00 (meia) R$ 240,00 (inteira)
Pista/Cadeira – R$ 150,00 (meia) R$ 300,00( inteira)
Pista Premium (1º lote) – R$ 250,00 (meia) R$ 500,00 (inteira)

Desconto de meia-entrada para: estudantes, professores, funcionários públicos, Cliente Sempre Você do Correio Braziliense, Academia Abody Teck, Cartão Claro Clube, funcionários SICOOB, Clientes Clubin, VIP Mormaii, OAB e Mais Brasília Card.

HORÁRIO DA ABERTURA DAS VENDAS
A pré-venda para clientes Credicard, Citibank e Diners abre no dia 24 de novembro e as vendas para o público em geral no dia 02 de dezembro nos seguintes horários, de acordo com os locais:
Internet (informações e vendas) — Tickets For Fun
Telefone para vendas — 4003 0848 (válido para todo o país), às 9h
Pontos de Venda Tickets For Fun – às 10h
http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Bilheteria Loja Free Corner Concept: CLS 304 Bloco A Loja 04 – Asa Sul – Brasilia. Horário: 10h às 18h, de segunda à sábado.
Brasília Shopping: SCN Qd. 05 Bloco A Piso G1 – Brasília – Central de Ingressos. Horários: segunda à sábado das 10h às 22h / domingo das 14h às 20h

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pontos de venda no link:
http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx
Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) -4003 0848 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.
Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)
Formas de Pagamento:
Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

Vinnie Moore faz sucesso em Brasília

Posted in Workshops with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on June 10, 2010 by gabrielpalmaguitar

 

Foto: Gabriel Palma

O workshop de Vinnie Moore em Brasília foi muito bom!!! Praticamente lotou o auditório do SESC. Vinnie alternou entre responder perguntas da plateia e tocar músicas antigas e do disco novo, To The Core.

Capa de To The Core

Vários guitarristas da cidade marcaram presença como Pablo Vilela, das bandas Red Old Snake e Dynahead, Diogo Mafra, também do Dynahead, Henrique Henriques Moreno Moura, Marcelo Elias, Marcelo Buby, Rodrigo Vegetal, do Projeto Horta, Bruno Albuquerque, da banda Joy, Rodrigo Karashima, da banda Let It Beatles. Foram também muitos adolescentes conhecer de perto um dos guitarrista ícones dos anos 80.

 

Equipamento

Vinnie tocou uma guitarra Dean USA Vinnie Moore Signature Vinman 2000 Trans Red (que chamou de esposa) e uma branca (que chamou de namorada).

Para amplificador, usou o brasileiro Maverick. “Você tem que tomar cuidado. É um dos mais altos que já ouvi! Tem um timbre muito limpo”.

Vinnie utiliza o pedal de Wah-Wah Cry Baby da Dunlop, mas com moderação. Ele comentou que estava lançando mão do recurso em excesso e revelou que agora chega a caminhar em direção ao pedal no palco e recua para não abusar do wah-wah.

O pedal MXR Carbon Copy Analog Delay também é acionado com moderação, só para dar um eco quando para de tocar e não para ser ouvido durante a execução. Vinnie acha que muitos guitarristas são dependentes demais do delay. “Não saem de casa sem ele, como se fosse seu cobertor”, opinou.

Utiliza um pedal de afinação TU-2 da Boss, não para afinar, mas para cortar o som com o efeito bypass.

 

Da esquerda pra direita: MXR Carbon Copy Delay - T Rex Replica Delay - Arion SCH-1 Chorus - Ibanez Tube Screamer - Boss Octave Pedal - Dunlop Wah - Boss TU-2 Tuner... todos com Voodoo Lab Pedal Power 2.

Influências

Perguntaram a Vinnie quais foram as suas influências. Ele disse que começou a tocar por causa de Led Zeppelin, Black Sabbath e Brian May do Queen. Foi depois que descobriu Jeff Beck, autor do primeiro solo que aprendeu, da música Blue Wind.

Vinnie contou que ainda não sabia fazer bends e então executou o solo de Blue Wind nota por nota. Como só tocava esse trecho e o riff de Smoke On The Water, de Deep Purple, sua mãe, não aguentando mais ouvir só essas duas músicas, perguntou: “Você não pode aprender outras coisas?”.

E ele aprendeu. Conseguiu um professor particular que abriu sua cabeça e ensinou a teoria básica de música, incluindo exercícios com escalas. Vinnie disse que seu professor começou como rockeiro mas que foi indo mais para o jazz, chegando a ter aulas com Pat Martino, um dos mais importantes guitarristas desse estilo.

 

Um guitarrista da audiência citou a influência de Vinnie na música eletrônica com seu trabalho mais atual e perguntou se isso teria ligação com os guitarristas Pat Metheny e Mike Stern, que embora voltados para o jazz, introduziram elementos da música eletrônica nas suas composições. Vinnie negou essa relação e qualquer intenção de desenvolver um trabalho voltado para o jazz.

Diante da insistência de outra pergunta sobre o assunto, ele disse que prefere o rock. Coincidência ou não, mais tarde tocou uma música que ficava gritando “rock!” entre um riff e outro. No final, explicou que aquilo tinha sido ideia do colega brasileiro Aquiles Priester, ex-baterista da banda Angra e atual da Hangar, e brincou: “Primeiro ele pediu que falasse ‘jazz'”. Ao que alguém da plateia gritou: “Samba!”.

 

Sobre a carreira musical, Vinnie aconselhou o músico a fazer o que ele ama, ter uma banda e esperar que as portas se abram. Entre os guitarristas novos que ele gosta citou Ron “Bumblefoot” Thal, atualmente com Guns n’ Roses. Eu perguntei a ele sobre o guitarrista John 5. Ele disse que tem um de seus discos e que fica feliz porque John o cita como influência em entrevistas.

 

Brasil

Vinnie disse que não tinha vindo antes ao Brasil por falta de convite. O que o trouxe agora foi uma turnê com a banda UFO, …. Os workshops, em Brasília, São Paulo e Santa Catarina, foram articulados por Aquiles Priester.

 

No caso de Brasília, quem organizou foi o guitarrista Marcelo Barbosa, do GTR Instituto de Guitarra. Foi no GTR que eu conheci o trabalho de Vinnie Moore ao tocar trechos das músicas Hero Without Honor, do primeiro disco solo, Mind’s Eye, de 1987, e Morning Star, do segundo disco solo, Time Odyssey, de 1988, duas composições com muitos arpejos e escalas, boas para treinar a técnica junto com o metrônomo.

Capa de Time Odyssey

 

Essas músicas foram requisitadas a Vinnie Moore, mas elas não estão mais em seu repertório. Ele comentou que, no começo da carreira, seu trabalho era mais voltado para a técnica, com uma forte influência na música clássica, mas que ele diversificou com o passar dos anos.

Um ponto alto do workshop foi quando Vinnie tocou a música Daydream, segunda faixa do disco Mind’s Eye.

Durante o workshop Vinnie tocou Rain, do disco The Maze, de 1999; Time Traveler, de Out Of Nowhere, de 1996, entre outras. Ele encerrou com Meltdown, do disco homônimo de 1991.

Alguém da plateia chegou a comentar que os críticos comparavam o trabalho de Vinnie Moore com o guitarrista sueco Yngwie Malmsteen por ambos tocarem no estilo neoclássico. Vinnie concordou mas ressaltou que tocava assim no início da carreira mas que havia mudado e Malmsteen, não.

O modo de tocar rápido rendeu algumas piadas. “Eu que achava que no Brasil só tinha jogador de futebol, mas descobri que tem muitos shredders“, disse, referindo-se ao termo atribuído a guitarristas que gostam de velocidade no instrumento, os “fritadores”, como são conhecidos aqui.

Brincando com a plateia, Vinnie contou que Aquiles tem uma teoria de que em qualquer lugar que você vá no Brasil, vai encontrar pelo menos uma pessoa com uma camisa do Iron Maiden. E no auditório não poderia ser diferente. Um rapaz vestia uma estampa da banda. “Maiden land”, Vinnie disse, referindo-se ao Brasil como terra do grupo britânico. E continuou brincando com isso, como quando não encontrava a pessoa que fazia a pergunta. “Você deveria ter vindo com uma camisa do Iron Maiden”.

Quando perguntado sobre suas expectativas em relação ao Brasil, disse que já tinha ouvido falar que aqui há muitas mulheres bonitas, o que confirmou ao chegar. Na plateia entretanto havia poucas mulheres e quando uma foi sair, Vinnie disse: “Não vá, não. Volte aqui”. Alguém perguntou se a guitarra tinha trazido garotas. “Veremos hoje à noite. Geralmente o estilo que eu toco afasta as mulheres”.

 

Vinnie Moore e Gabriel Palma