Archive for paul gray

Donnie Steele

Posted in Guitarristas, Notícias with tags , , on May 18, 2011 by gabrielpalmaguitar

Depois da morte de Paul Gray em 24 de maio de 2010, quem irá substituí-lo no baixo nos shows do Slipknot é o antigo guitarrista da banda Donnie Steele. Steele tocou no Slipknot de 1995 a 1996.

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Rig do Slipknot

Posted in Equipamento with tags , , , , , on May 18, 2011 by gabrielpalmaguitar

Eduardo Krueger conseguiu para o blog fotos do equipamento do Slipknot. Veja abaixo!

Baixos do falecido Paul Gray

Guitarras do Jim Root

Guitarras do Mick Thomson

Efeitos do Jim Root (no estúdio de gravação de All Hope Is Gone)

Stone Sour na Guitar World

Posted in Entrevistas with tags , , , , on May 10, 2011 by gabrielpalmaguitar

Jim Root e Josh Rand

Recentemente, os guitarristas do Stone Sour responderam a perguntas dos leitores da revista Guitar World. O guitarrista Jim Root toca também mascarado no Slipknot, assim como o vocalista do Stone Sour, Corey Taylor. Eu achei muito interessante a entrevista e fiz uma tradução livre que reproduzo a seguir.

Quais foram as ideias por trás das composições e da gravação do novo disco Audio Secrecy? Ronnie Stahl

Jim Root O combustível foi um pouco de raiva, insegurança, um complexo de Deus (“Isto é a melhor coisa do mundo!”), assim como sentimentos “Não sei se isso presta” (risos). Cada dia foi uma emoção diferente. Sou meu pior crítico.

Josh Rand Foi um processo de tentativa desta vez. Não queríamos recriar Come What(ever) May, de 2006. Cada um dos cinco integrantes da banda mandava uma música para os outros e a resposta geralmente era “Já fiz isso”. Isso deixa o compositor com um pouco de raiva. Eu diria que entre compondo, pré-produção e gravação, experimentamos todas as emoções possíveis.

Quais foram suas principais guitarras e amplificadores durante as gravações? – Raymond Scott

Root Tivemos muitas guitarras e amplificadores à nossa disposição. A guitarra principal para as músicas pesadas foi a minha Telecaster protótipo. Para um tone limpo, usei uma Strat e minha Gretsch modelo Brian Setzer.

Meu setup básico de amp para os tones pesados foi um Orange Rockerverb 100 com um Bogner Uberschall que foi modificado para mim. O Orange passou por um cabinet da Orange, enquanto o Uberschall foi por um cabinet mais antigo da Marshall com Greenbacks (falantes da Celestion). Usamos um PCP da Little Labs (splitter de guitarra) para misturar o signal da minha guitarra com esses dois amplificadores. Também usei um combo da Budda em muita coisa. Para timbre limpo, meus amplis foram um combo VOX AC30 do final dos anos 60 e um Bat Cat Hot Cat.

Rand Minha guitarra principal para a gravação foi uma PRS candy-apple e o amplificador foi um Hughes & Kettner. E é o mesmo que eu uso ao vivo.

Josh, como o Jim toca também no Slipknot, você acha que ele escreve alguma coisa que não encaixa com o Stone Sour? – Dan C.

Rand Na verdade, sou eu quem levo os riffs pesados para o Stone Sour. Um exemplo é a música The Pessimist que não foi lançada ainda. É a música mais rápida e pesada que já fizemos, razão pela qual foi arquivada. Eu usei a escala Hindu para o solo, que considero como o melhor que já gravei. É o solo mais rápido que já toquei e fiz umas harmonias em terças nele também. É muito bom! Mas provavelmente nunca vai sair! (risos)

Qual é a origem do nome Stone Sour? – Kevin

Rand Eu não estava na banda na época, mas de acordo com a história, a banda tinha uma reunião para criar um nome. O baterista original, Joel Ekman, levou um menu de drinks para ajudar nas ideias e Corey gostou do nome Stone Sour.

Root (risos) Antes de lançar o primeiro disco, nós chegamos a pensar em mudar o nome da banda. Havia vários nomes: Tarantula Bomb, Superego, Section 8. Alguns já existiam e outros não eram muito bons. Então decidimos ficar com Stone Sour. Afinal, o que está em um nome?

Como vocês dividem as partes de guitarra no estúdio? – Nicholas Zarahrias

Rand Nós só tocamos. Jim gosta de fazer o ear candy (melodias) e overlaying (dobras de guitarra). Eu geralmente toco a faixa base principal. Já os solos, nós dividimos. Nos primeiros dois disco, quem escreveu a música fez o solo. Mas desta vez, o produtor Nick Raskulinecz fez a divisão. Inicialmente eu não ia tocar solos nesse disco, mas eu fui obrigado! (risos) Eu toquei nos solos de Bitter End, Perfect e durante a primeira metade de Mission Statement. Eu já provei pra mim mesmo que posso tocar rápido, então desta vez eu quis concentrar em outras coisas que eu tenho que melhorar como voicings.

Root Na verdade, Corey (o vocalista) toca o solo de Pieces. Eu ia fazer esse solo, mas no dia estava ocupado com outra coisa. Por causa do tempo, Nick pediu para Corey. É um bom solo, pentatônico, que é a maneira que Corey toca, e combina com a música, que é o importante.

Jim, no Slipknot vocês usam máscaras, enquanto no Stone Sour, não. É esquisito mudar de um para o outro? – Robert Wilson Jr.

Root É muito esquisito e toda vez que nós mudamos de equipamento para fazer um disco com Stone Sour é algo que me assusta. Eu estou começando a me sentir comfortável com a minha própria sem uma máscara no palco. Quando você está com uma máscara, se sente invencível. É como se ninguém pode te ver e você pode fazer o que quiser sem consequências. Mas quando você está sem máscara, se sente um pouco pelado no palco. É esquisito.

Josh, qual é a coisa mais louca que você já viu na plateia enquanto toca? – Jon

Rand Seria provavelmente as duas lésbicas que sentaram na minha frente em um dos shows da última turnê. Elas foram retiradas pela segurança porque começaram a tirar a roupa e a se pegar. Eu não me movi muito durante esse show. (risos) Fiquei só “Nossa, isso é muito louco!”

Jim, qual foi sua memória mais querida do integrante Paul Gray da sua banda Slipknot que morreu recentemente? – Lisa D.

Root Provavelmente, uma das melhores qualidades de Paul é que ele tinha um amor por tudo. Eu sei que ele teria sido o cara que teria ouvido nosso disco e teria gostado dele de maneira genuína. Ele teria muito a dizer sobre as composições e sobre as melodias. É o seu amor genuíno por pessoas que eu lembro mesmo.

Fonte: Guitar World

Matéria: Kory Grow

Foto: Timothy Hughes

Link para matéria original: http://www.guitarworld.com/article/dear-guitar-hero-jim-root-and-josh-rand?page=0%2C0

Morrem 3 rockeiros

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on May 27, 2010 by gabrielpalmaguitar

Três rockeiros representativos já morreram em 2010. Primeiro foi o vocalista da banda soturna Type O Negative, Peter Steel, que aos 48 anos sofreu um ataque cardíaco em 14 de abril. Com sua banda, Steele tinha músicas como Everyone I Love Is Dead.

Peter Steele, da banda Type O Negative: morto aos 48 anos

O próximo rockeiro a morrer foi Dio em 16 de maio. Ronnie James Dio havia sido vocalista de várias bandas, mas deixou seu legado com Black Sabbath, banda em que foi o segundo vocalista mais famoso, perdendo somente para o original e imbatível em popularidade Ozzy Osbourne, muito embora alguns argumentem que a técnica de Dio seja superior a esse Rei das Trevas. Dio ficou conhecido por tratar os seus fãs super-bem.

Ronnie James Dio: popularizou os chifres do diabo com as mãos

Para quem não conhece o trabalho de Dio, eu recomendo assistir ao DVD Live From Radio City Music Hall que registra um show de 2007 da volta dele com Black Sabbath sob o nome de Heaven And Hell devido a problemas jurídicos com Ozzy, leia-se também Sharon, sua esposa manda-chuva. O nome adotado é em função do disco homônimo Heaven And Hell e de canção homônima também. Esse disco de 1980 foi o primeiro de Black Sabbath com Dio e vice-versa e essa canção virou não só umas das mais populares da banda mas também do gênero heavy metal, sendo a sua melodia cantada por públicos de outras bandas em shows.

Tony Iommi no show do Heaven And Hell no Radio City Music Hall em Nova York

O show do Radio City Music Hall capturou um grande momento da banda aquecida, com o guitarrista Tony Iommi tocando com seus dedos médio e anelar da mão direita, que usa para o braço da guitarra (ele é canhoto), de pontas de próteses plásticas. Isso foi devido ao acidente que sofreu quando jovem em um trabalho na indústria metalúrgica ao operar uma máquina compressora de metais. Era o último dia de trabalho dele e, como não estava fazendo nada, alguém pediu para ele fazer aquilo e, apesar de não possuir experiência, aceitou e se prejudicou, mas não desistiu da carreira de guitarrista, o que não deixa de ser um exemplo de superação. Ele estava próximo de uma das primeiras turnês do Black Sabbath.

Heaven And Hell: a volta de Black Sabbath com Dio e Vinny Appice

Eu não pude ir ao show do Heaven And Hell em Brasília que aconteceu no dia 13 de maio de 2009 no Ginásio Nilson Nelson. Imagino a loucura de ouvir e ver em todos os sentidos ao vivo músicas como After All (The Dead), a primeira que abre o show no Radio City Music Hall, tirada do disco criticado de 1992 Dehumanizer, I, também desse disco, e outras como The Mob Rules do disco homônimo, The Sign Of The Southern Cross e Voodoo, também desse disco, e Neon Knights, do disco Heaven And Hell.

Capa do disco Heaven And Hell

Quem quiser ir além também pode também ouvir a carreira solo de Dio com músicas ótimas como Holy Diver, Rainbow In The Dark, Stand Up And Shout, Don’t Talk To Strangers, todas do disco de estreia da banda Dio de 1983 que contou com Vivian Campbell, atualmente do Def Leppard, na guitarra. Também é bom ressaltar que o baterista desse disco é Vinny Appice, que entrou no Black Sabbath junto com Dio para gravar o disco Heaven And Hell quando Ozzy Osbourne e Bill Ward saíram, e saiu com Dio para a banda Dio e voltou novamente com Dio na última formação do Black Sabbath.

Capa do disco Holy Diver

Conflitos com Ozzy

Vinny Appice é irmão de outro grande batera, Carmine Appice, que tocou e brigou com Ozzy. Segundo Chris Nickson no livro Ozzy – A incrível história de Ozzy Osbourne de louco do heavy metal a pai do ano na série The Osbournes da MTV, há uma história de que Sharon mandou furar a cara dele em estampas de camisetas que tinha feito para serem vendidas nos shows de Ozzy, em mais um ato de escândalos super-protetores de Sharon com Ozzy. Houve também um incidente em um Ozzfest, festival de bandas organizada por Sharon, em que ela teria mandado funcionários da equipe tacarem ovos e outros objetos na grande banda inglesa Iron Maiden, além de desligar o equipamento de som antes do término do show. Tudo para que os outros não ofuscassem Ozzy. Coitado!

Ozzy Osbourne: marido de esposa super-protetora e encrenqueira

Uma música engraçada para ser ouvida cantada por Dio é Dream On de Aerosmith no disco Tribute To Aerosmith de 1999. Quem toca guitarra é Yngwie Malmsteen. A emissora de rock Kiss FM costuma soltar uma vinheta com um trecho dessa música. Segundo Dio, foi ele quem inventou os chifrinhos do diabo nas mãos. Parece que esse é um sinal de insulto na Itália, de onde Dio tem descendência.

Paul Gray, baixista do Slipknot, sempre mascarado, morreu aos 38 anos

A terceira morte rockeira neste ano, no dia 24 de maio, foi do baixista da banda norte-americana Slipknot, de Des Moines, Iowa. O rockeiro foi encontrado em um quarto de hotel e não foi reconhecido. Paul Gray morreu aos 38 anos e ainda não há suspeita da causa da morte. Ele era o único membro da banda que não havia nascido em Des Moines, Iowa, tendo nascido em Los Angeles, Califórnia, e se mudado para Des Moines na infância.