Novo endereço

Posted in Notícias with tags on December 5, 2011 by gabrielpalmaguitar

Galera, o Gabriel Palma Guitar mudou de endereço. Acesse agora pelo www.gabrielpalmaguitar.com

Nos vemos lá!

As guitarras do Bad Religion

Posted in Ao vivo, Bandas, Fotos, Guitarristas, Músicos, Noites em Brasília, Notícias, Shows, Tour, Turnê with tags , , , , , , , , , , , , , on October 14, 2011 by gabrielpalmaguitar

A banda punk Bad Religion, que toca hoje em Brasília, conta com dois guitarristas. O primeiro é Greg Hetson. Na banda desde sua fundação em 1979, Greg nasceu em Brooklyn, Nova York. Além do Bad Religion, Greg também toca ou já tocou no Redd Kross, The Circle Jerks, Black President e Punk Rock Karaoke.

O segundo é Brian Baker, que entrou no Bad Religion em 1994 para substituir o guitarrista Brett Gurewitz. Brian foi um dos fundadores da banda de hardcore punk Minor Threat. Segundo a Wikipédia, Brian já foi chamado a tocar no R.E.M. e no Guns n’ Roses, optando pelo Bad Religion.

Serviço

Bad Religion no Festival Mundano

Quando: Hoje, sexta-feira, 14 de outubro, às 20h

Onde: Praça das Fontes do Parque da Cidade de Brasília, DF

Entrada gratuita

Os primeiros mil a chegarem receberam uma cópia gratuita da coletânea das bandas do festival

Promoção Pôster da Sabian

Posted in Bateria, Produtos, Promoções with tags , , , on October 8, 2011 by gabrielpalmaguitar

Quer ganhar um lindo pôster da Sabian, uma das maiores fabricantes de pratos para bateria do mundo? Basta responder o que você vai fazer com o póster caso o ganhe. Os cinco primeiros a responderem levarão um pôster da Sabian.

O prêmio poderá ser retirado na Bsb Musical Unidade Lago Sul de Brasília, DF. Caso queira receber pelos Correios, o custo do envio ficará por conta do vencedor.

Informações sobre a Sabian

http://www.sabian.com/en/

Sai Welcome To Violence, novo single de John 5

Posted in Discos, DVD, Guitarristas, Lançamentos, Singles with tags , , , , , , on October 6, 2011 by gabrielpalmaguitar

John 5 (Marilyn Manson/Rob Zombie) lançou o novo single Welcome To Violence do seu disco ainda a ser lançado God Told Me To. Eu achei essa faixa bem industrial, com a base e a bateria me lembrando muito Ministry. Talvez até demais.

A arte da capa, que é bem legal, é do Piggy D., baixista e companheiro de banda do John no Rob Zombie. Segundo o site oficial do John, o álbum terá uma pintura de John 5 por Rob Zombie e virá ainda com um DVD.

John já havia lançado o primeiro single do disco, um cover de Beat It, de Michael Jackson, que não me cativou.

Mais informações

www.john-5.com

 

Rihanna arrebenta em Brasília

Posted in Ao vivo, Cantoras, Shows, Tour, Turnê with tags , , , , , , on September 30, 2011 by gabrielpalmaguitar

Ufa! Consegui o credenciamento de imprensa para o show da Rihanna em Brasília no dia 21 de setembro, uma quarta-feira. Chegando ao Ginásio Nilson Nelson de carro entrei em um congestionamento para ver o show da cantora barbadiana. Pessoas ansiosas para vê-la, inclusive um cara com um som de carro alto que passou ao meu lado.

Na entrada de imprensa, a assessora de imprensa me entregou uma folha  com o set list e disse que hoje a Rihanna tocaria Te Amo, música que não havia tocado em São Paulo e em Belo Horizonte, que tiveram, no lugar dela, Let Me (depois de S&M).

Fiquei na Pista Premium, muito privilegiada, e já pude ver que o palco possuía uma super-estrutura. Também identifiquei os amplificadores Randall, o primeiro valvulado da marca, do Nuno Bettencourt, que, para quem não conhece, é guitarrista da banda Extreme e atualmente toca com a Rihanna.

Quando começou o show, às 21h05, passou no telão o Loud Opening Video com imagens chocantes da diva, que emocionaram o público. Quando Rihanna finalmente entrou, a plateia do Nilson Nelson, nove mil pessoas que lotaram o estádio, ficou histérica.

A primeira música foi o hit radiofônico Only Girl (In The World), do Loud, seguido por Disturbia e Shut Up & Drive, ambas do Good Girl Gone Bad. Shut Up & Drive foi a primeira do show a ter um solo triunfal do Nuno Bettencourt, que foi para a frente do palco na hora. Havia também um dançarino parecido com o personagem Scorpion do vídeogame Mortal Kombat.

A próxima foi Man Down, que começou com uma sirene de polícia. No vídeoclipe, Rihanna mata com um tiro um homem que a teria violentado sexualmente. Nessa música, com ritmo de reggae, Nuno tocou com óculos escuros e um gorro.

Ela foi seguida por S&M, a primeira do Loud, com o refrão S S S and M M M e o verso Cause I may be bad, but I’m perfectly good at it/Sex in the air, I don’t care, I love the smell of it/Sticks and stones may break my bones/But chains and whips excite me. Rihanna dançou muito nela.

Depois de outro vídeo de interlúdio rolou um momento incrível em que Rihanna saiu do fundo do palco em cima de um tanque de guerra rosa com os canos entre as pernas, atirando vapor em várias direções da plateia, enquanto cantou Raining Men, música que oferece um ritmo caribenho muito gostoso.

A próxima foi a mais dramática: Hard, música maneira de hip hop do álbum Rated R. Nela, Rihanna fala que precisa de tudo: do dinheiro, dos carros, da fama e das roupas. Nuno arriscou um solo.

Em seguida rolou Breaking Dishes, música forte do Good Girl Gone Bad e Glamorous Life, originalmente composta por Prince para Apollonia 6, grupo de vida curta que substituiria o Vanity 6. Entretanto, ela foi gravada por Sheila E., que lançou a carreira solo com essa música, e fazia um solo de bateria ao vivo, assim como Rihanna fez em seu show.

Rihanna tocou, na sequência, Run This Town, parceria com Jay-Z e Kanye West, que produziu a música para o disco The Blueprint 3 de Jay-Z, emendada por Live Your Life, parceria com o rapper T.I. e single número um no Billboard Hot 100.

Unfaithful foi um dos melhores momentos do show, porquanto a plateia cantou junto a letra da música. Depois dessa foi a vez de Te Amo, música que conta a história de uma moça que se apaixona por Rihanna, que não compartilhou desse sentimento, embora no vídeo clipe Rihanna se pegue com a modelo francesa Laetitia Casta.

Em Hate That I Love You, Rihanna e Nuno tocaram a dois na frente do palco, bem próximos da plateia, em um momento intimista. California King Bed, música com uma bela melodia, foi com certeza um dos momentos mais lindos do show. Rihanna cantou-a muito emocionada, com a platéia acompanhando, ao som da guitarra expressiva do Nuno.

What’s My Name, do disco Loud, não chamou muito a minha atenção. Já gostei de Rude Boy, do Rated R, porque, além de ser uma ótima música, tem um vídeo clipe bem legal e colorido que remete aos anos 80.

Antes de tocar Cheers (I Drink To That), Rihanna ofereceu um brinde de tequila à plateia brasileira. O que mais me cativou no show foi a proximidade com que Rihanna ficou da plateia, chegando a descer do palco em determinada hora para ir até a grade ter contato com os fãs.

Don’t Stop The Music não me emocionou muito, pois já cansara dessa música na época. Love The Way You Lie (Part II), mesmo sem a participação do Eminem, ficou bem rock ‘n’ roll. Rihanna fechou o show com chave de ouro com Umbrella, um divisor de águas em sua carreira.

A produção da turnê no Brasil foi da Planmusic Entretenimento em parceria com a GEO Eventos.

Set list

LOUD OPENING VIDEO

Only Girl (In The World)

Disturbia

Shut Up & Drive

Man Down

S&M

BAD ASS VIDEO

Raining Men

Hard

Breaking Dishes

The Glamorous Life

Run This Town/Live Your Life

Unfaithful

Te amo

Hate That I Love You

California King Bed

PON DA REPLAY – VIDEO SEGUE

What’s My Name

Rude Boy

Cheers (Drink To That)

Don’t Stop The Music

WANT MORE?

Love The Way You Lie (Part II)

Umbrella

Fotos

Lula Lopes

Rihanna no Brasil traz Nuno na guitarra

Posted in Ao vivo, Cantoras, Guitarristas, Noites em Brasília, Shows, Tour, Turnê, Videos with tags , , , , , , , on September 20, 2011 by gabrielpalmaguitar

Rihanna lançou o disco Loud, em 16 de novembro de 2010, e em junho deste ano iniciou a turnê mundial Loud Tour para promovê-lo. O show que passou por São Paulo no dia 17 e por Belo Horizonte no dia 18 chega a Brasília no dia 21. E há uma boa surpresa para os guitarristas que irão ao show: o guitarrista dela é ninguém menos que Nuno Bettencourt, famoso por seu trabalho com a banda Extreme nos anos 90 e com certeza um dos meus guitarristas favoritos. Coincidentemente, é aniversário do Nuno hoje, que completa 45 anos.

Cresci ouvindo o disco Pornograffitti (1990) e III Sides To Every Story (1992) e os solos maravilhosos de Nuno, que tem um estilo virtuoso. Irei ao show da Rihanna e será a segunda vez que verei Nuno ao vivo. A primeira foi com o Extreme abrindo o show do Bon Jovi em Nova York no início dos anos 90.

A Rihanna também é uma artista que eu gosto. Comecei a apreciar o seu trabalho quando vi pela televisão sua apresentação em Tokyo no Live Earth, uma série de nove concertos que duraram 24 horas em sete continentes em 07/07/07, reunindo mais de 100 artistas e dois bilhões de pessoas para começar um movimento global com a finalidade de resolver a crise climática (funcionou?).

Venda dos Ingressos:

Início das vendas: 0h de  dia 29 de julho (sexta-feira) pelo site www.zetks.com.

Bilheteria: A partir de meio dia de 29 de julho, sexta-feira, no quiosque do show de Rihanna do Shopping Pier 21, Setor de Clubes Sul, trecho 2, lote 32/33. O quiosque fica próxima aos cinemas. Tel: (61) 8432-3661.

Funcionamento do quiosque das 12h às 22h, diariamente.

Cadeira Superior -  1º lote  –  R$ 200,00 (inteira) R$ 100,00 (meia)

2º lote  – R$ 240,00 (inteira) R$ 120,00 (meia)

Pista / cadeira – 1º lote  – R$ 280,00 (inteira) R$ 160,00 (meia)

2º lote 2 – R$ 360,00 (inteira) R$ 180,00 (meia)

Pista Premium – 1º lote  R$ 500,00 (inteira) R$ 250,00 (meia)

2º lote 2 R$ 560,00 (inteira0 R$ 280,00 (meia)

Camarote – 1º lote  R$ 600,00 (inteira) R$ 300,00 (meia)

2º lote R$ 700,00 (inteira) R$ 350,00 (meia)

Fotos

Marcos Hermes

 

Entrevista com Rodrigo Vegetal do Horta Project

Posted in Ao vivo, Entrevistas, Equipamento, Eventos, Guitarras, Guitarristas, Noites em Brasília with tags , , , , , , , , , , on September 15, 2011 by gabrielpalmaguitar


O guitarrista Rodrigo Vegetal organizou o Instrumental Shock Night, evento voltado totalmente para a música instrumental, em que tocou com o Horta Project e convidou dois guitarristas: Bruno Albuquerque e Pablo Vilela. Em plena terça-feira (9 de agosto), o público lotou o Sesc Garagem com sede de boa música produzida na cidade. O Gabriel Palma Guitar teve a oportunidade de entrevistar Rodrigo Vegetal, que falou sobre o processo de realização dessa noite musical.

 

GABRIEL PALMA GUITAR: Quais as dificuldades de se fazer um evento de música instrumental em Brasília?

RODRIGO VEGETAL: Primeiramente, quanto ao espaço, já houveram ocasiões em que casas de show preferiram nem arriscar fazer o evento por ser rock instrumental. Felizmente, em uma junção de hora e oportunidade, o Sesc DF me disponibilizou uma data sem custos e assim aproveitei para arriscar essa ideia.

GPG: Como foi feita a escolha dos guitarristas que participaram?

VEGETAL: Os outros dois guitarristas, Bruno Albuquerque e Pablo Vilela, são amigos desse meio guitarristico rock ‘n’ roll de Brasília. Já conhecia seus trabalhos e sei que produzem música de qualidade. São poucos guitarristas que possuem algo gravado autoral e consolidado e visando seu instrumento ou a uma produção instrumental. Felizmente, temos alguns exemplos de qualidade na cidade.

GPG: Como foi a resposta do público?

VEGETAL: Sinceramente, muito além do que esperávamos. Praticamente lotamos o Sesc Garagem com um evento instrumental no início da semana. Isso só cria motivação para futuros projetos!

GPG: Está em seus planos fazer outras edições do evento?

VEGETAL: Provavelmente. As ideias atuais em relação ao Horta Project ainda estão flutuando muito. Mas, mesmo assim, seria interessante fazer um projeto que juntasse projetos instrumentais de Brasília. E não apenas rock ‘n’ roll. Poderíamos incluir outras vertentes também!

GPG: Houve algum tipo de patrocínio?

VEGETAL: Na verdade, apoios. Primeiramente, o Sesc DF, que cede o espaço nas terças-feiras para projetos previamente escritos e agendados. Os demais apoiadores — GTR, Coletivo Esquina e Cult 22 — auxiliaram na realização e no sucesso do evento.

GPG: Houve influência do G3 no formato (show organizado pelo guitarrista Joe Satriani, sempre com mais dois guitarristas convidados)?

VEGETAL: Honestamente, não (risos). A quantidade de guitarristas e o tempo de show foi mais relacionado a um show rápido e dinâmico.

GPG: Quais são alguns guitarristas que podem ser chamados para as próximas edições?

VEGETAL: Penso em quem está ativamente compondo e produzindo nessa área. Lucas Fagundes, Marcelo Nolasco e Marcelo Barbosa aqui em Brasília. Mas também guitarristas de fora como Edu Ardanuy ou Kiko Loureiro, dentre outros.

GPG: Qual foi o set list do Horta Project?

VEGETAL: Augmented Hearts, Besouro Verde, Dream Tripper (versão de Day Tripper), Distored Vision, Soya Bean Kafta e El Hoyo Negro.


GPG: Como foi feita a escolha do repertório?

VEGETAL: Geralmente baseado em momentos do show — um início rápido e explosivo, no meio, algo mais tranquilo, e fechando com uma música bem porrada.

GPG: Qual equipamento você usou no show (guitarra, amplificador, efeitos)?

VEGETAL: Um amplificador Orange Rockerverb 50 e uma guitarra Ibanez ARX 320. Estou aguardando um modelo próprio de guitarra feito pela Ledur. Usei poucos efeitos, a maioria Boss e um Line 6 FM4 Filter/Synth Modeler Pedal, que uso principalmente em Distorted Vision.

GPG: Qual cordas você usa? Qual o gauge delas?

VEGETAL: Orgulhosamente Groove Strings 0.10. Cordas que endorso e uso por preferência.

GPG: Qual palheta você usa? Por que?

VEGETAL: Jazz III, da Jim Dunlop. Gosto de pequenas palhetas, e essa é um modelo básico que uso desde que comecei a tocar.

Site oficial do Horta Project

http://www.hortaproject.com/

Akróz tem proposta nova para o rock nacional

Posted in Bandas, Equipamento, Gravações with tags , , , , , , , , , on August 28, 2011 by gabrielpalmaguitar

Em um cenário em que as bandas Restart, Nx Zero e os seus genéricos reinam o mercado, a Akróz quer fazer diferente. Com o seu o primeiro EP, Central do Brasil, a ser gravado ainda este ano, eles pretendem abordar as dificuldades da vida dos adolescentes. “Revolta, depressão, amor, dor e drogas”, de acordo com o MySpace da banda (http://www.myspace.com/akrozbr). “As letras virão de experiências pessoais da banda”, explica o guitarrista Eduardo Krueger, que usará seu rig invejável na gravação.

Rig de Eduardo Krueger

Guitarras

ESP LTD WA-200

ESP LTD V-50

Ibanez

Amplificadores

Mesa Boogie Dual Rectifier

Caixa 2X12 da Blackstar

Caixa Marshall 4X12 Mode Four

Efeitos

Eduardo explica que não usa nenhum efeito, apenas a distorção e o canal limpo do Mesa Boogie.

Palhetas

Eduardo, um ávido colecionador de palhetas, teve a ideia de mandar fazer palhetas personalizadas para a banda.

Akróz

Hícaro Teixeira – vocal

Eduardo Krueger – guitarra base

Gabriel de Melo Souza – guitarra solo

Rafael Maia – baixo

Saulo Marinho – bateria

MySpace

http://www.myspace.com/akrozbr

The Runaways, as garotas que sabem fazer rock

Posted in Bandas, Filmes with tags , , , , , , , , , on August 23, 2011 by gabrielpalmaguitar

Acabei de ver o filme The Runaways – As Garotas do Rock. Não conhecia a história e as músicas dessa banda, apenas a carreira de algumas das suas integrantes: Joan Jett e Lita Ford. E descobri algo. Tanto o filme quanto a história são legais. O filme, ao explorar o início da vida adolescente das meninas, é regado a muito glam rock, que eu aprecio.

Cherie Currie, que viria a ser a vocalista do The Runaways, era fã de David Bowie. Quando Currie canta Lady Grinning Soul, de Bowie, no talent show de seu colégio, os alunos jogam coisas nela. Essa cena me lembrou a cena do baile do filme Carrie, a estranha, em que um balde com sangue de porco cai em cima de Carrie.

The Runaways

A ideia de The Runaways era ter uma banda de rock apenas de garotas. E para fazer sucesso nos Estados Unidos dos anos 70, as meninas precisariam de atitude. Com isso em mente, o produtor Kim Fowley, muito bem interpretado pelo ator Michael Shannon, ajudou as meninas, no total cinco, a formarem uma banda.

Fowley foi duro com elas. Deu tratamento de vietcongs. Em treino de palco, chamou meninos para jogarem objetos nelas. Também explicou para as meninas que o rock ‘n’ roll é sujo, agressivo e violento. “Você tem que pensar com o seu pau”, ordenou. E foi isso que ele conseguiu. Timidez vencida, a vocalista Currie cantou Cherry Bomb, uma ótima música, em estilo punk.

Cherie Currie

No filme, Currie mostra-se um personagem rico e polêmico. Desde seus problemas com sua família, a relação com a irmã, o pai alcoólatra, a mãe que deixa as filhas para ir morar na Indonésia, até o seu envolvimento com as drogas e com a fama, que a leva a tirar fotos sensuais que desagradam as colegas da banda. “Temos que fazer publicidade da música e não da genitália”, gritou a guitarrista Joan Jett.

Os três personagens principais do filme são esses: Joan Jett, Cherie Currie e Kim Fowley, empresário nada honesto, mas que conseguiu um contrato da Mercury para as meninas.

Baseado nas memórias de Currie, do seu livro Neon Angel: A Memoir Of A Runaway, o filme foca na relação de Currie com Joan Jett, que sempre a apoiou.

O filme tem uma linguagem de vídeo clipe com sexo, drogas e rock ‘n’ roll. Só me deixou com uma pergunta na cabeça: Quando eles vão fazer o filme do Mötley Crüe?

Trilha sonora

A trilha sonora do filme é muito boa. Pretty Vacant, dos Sex Pistols, Now I Wanna Be Your Dog, do The Stooges, para citar algumas. É uma pena que a trilha sonora tenha só 14 das 34 músicas do filme.

Eu gostei da música Fujiyama Mama, que eu não conhecia, da lenda de rock-a-billy e country Wanda Jackson. Achei interessante a letra que fala de Hiroshima e Nagasaki.

Saldo

Vejam o filme. Ele é muito bom!

A La Morse de Bruno Albuquerque

Posted in Ao vivo, Eventos, Guitarristas, Videos with tags , , , , , , , , , , on August 19, 2011 by gabrielpalmaguitar

Há novo vídeo no canal Gabriel Palma Guitar no YouTube. É a música A La Morse de Bruno Albuquerque. Ela foi uma das apresentadas durante o Instrumental Shock Night, que ocorreu no dia 9 de agosto no Teatro Garagem. No evento, Albuquerque disse que a inspiração veio do guitarrista Steve Morse, e que, “para não ficar feio”, homenageou o ídolo.

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