Steve Harris traz seu projeto solo a São Paulo

Posted in Uncategorized on November 1, 2018 by gabrielpalmaguitar

Um dos maiores ícones do heavy metal, Steve Harris, baixista, líder fundador e principal compositor do Iron Maiden, uma das maiores bandas de heavy metal de todos os tempos, traz seu trabalho solo a São Paulo. Batizado de British Lion, por conta de seu disco de estreia homônimo de 2012, o grupo apresenta-se no dia 11 de novembro, um domingo, às 21h30, no Cine Joia.

Serviço

Steve Harris e British Lion

Quando: 11 de novembro, domingo, às 21h30

Onde: Cine Joia – Praça Carlos Gomes 82, Sé, São Paulo

Ingressos: ingresse.com e na bilheteria do Cine Joia

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Nick Cave detona no Espaço das Américas

Posted in Uncategorized on October 15, 2018 by gabrielpalmaguitar

Texto e fotos: Gabriel Palma

Cheguei ao Espaço das Américas às 19h30. Fiquei impressionado porque nunca tinha vindo antes à casa. Ela é muito grande! E imponente! Dentro e fora! Com muitas luzes azuis e espelhos! Fiquei impressionado com o público também. Muito público!

Tinha um cara com uma camiseta escrita Teach Your Children to Worship Satan, do EP da banda Dark Funeral, de 2000. Muitos estavam com camisetas do show do Bauhaus. Um cara estava com uma camiseta do John Fogerty. Outras pessoas com camisetas dos Rolling Stones. As camisetas de bandas nos shows de rock são uma espécie de uniforme ou armadura. Eles estavam vendendo camisetas oficiais do Nick Cave dentro do show.

Em um momento do show, a plateia clamou: “Ele não!”. Percebeu-se um público mais de esquerda no show.

Eles tocaram Shoot Me Down, do álbum Nocturama, de 2003. Esse foi o último disco a ter o membro fundador dos Bad Seeds, Blixa Bargeld, do Einstürzende Neubauten.

Cave me lembrou Jim Morrison com Tom Waits e Leonard Cohen. Me remeteu a um som cinematográfico, inclusive com a iluminação, um som de gangster. Cave fala muito sobre o diabo, com luzes vermelhas.

Eles tocaram The Wheeping Song, do disco The Good Son, gravado em São Paulo, em outubro de 1989.

“São Paulo’s a beautiful city, a special city (São Paulo é uma cidade linda, especial)”, disse Cave.
Eu encontrei com o lendário VJ da MTV, Gastão Moreira, atualmente do programa Gasômetro, da Kiss FM, no show.

Nick Cave volta a São Paulo

Posted in Uncategorized on October 11, 2018 by gabrielpalmaguitar

Nick Cave e sua banda The Bad Seeds tocam no dia 14 de outubro, domingo, no Espaço das Américas, em São Paulo, em show único no Brasil. Cave morou em São Paulo entre 1990 e 1993. Na época ele conheceu e casou-se com sua primeira esposa, a jornalista brasileira Viviane Carneiro. O filho deles, Luke, nasceu em 1991.

Depois de 15 anos de ausência em solos brasileiros, Cave volta para tocar em São Paulo.

Serviço

Nick Cave and The Bad Seeds

Quando: 14 de outubro, domingo

Casa: 18h

Show: 20h

Onde: Espaço das Américas – Rua Tagipuru 795, Barra Funda, São Paulo

Ingressos: Cine Joia – Praça Carlos Gomes 82 (próximo ao metrô Sé e Liberdade)

Peter Hook & The Light detonam no Audio

Posted in Uncategorized on October 11, 2018 by gabrielpalmaguitar

Texto: Gabriel Palma
Cheguei às 21h30 e tinha o DJ Marcos Tarchiani Vicente, do Projeto Autobahn, tocando Erasure, Human League, Midnight Oil, Oingo Boingo, Morrissey, Soft Cell, Sisters Of Mercy, Flock Of Seagulls, Xmal Deutschland, The Cure.

Pessoas estavam com camisetas do Peter Hook & The Light, Joy Division e New Order, claro, bandas de Hook, mas também de outras bandas: Black Sabbath, Gorillaz, Led Zeppelin, The Mighty Lemon Drops, The Rolling Stones, ou do lendário clube de Nova York: CBGB.

O ambiente do Audio Club é incrível! Muito chique com um som muito alto. A casa lotou!

O show começou às 22h23. Hook estava com um visual praiano, camiseta branca e bermudas.
A segunda música foi Digital, do Joy Division! A terceira foi Isolation, também do Joy. A quarta foi Day Of The Lords, do Joy também. Em seguida foi Disorder, do Joy. Me deu arrepios! Depois She’s Lost Control. Arrepios de novo! Em seguida foi Shadowplay.

Após um breve intervalo, a banda retornou ao palco, tocando o álbum Technique, do New Order. O filho de Hook, Jack Bates, começou a alternar entre o baixo e a guitarra. Quando Bates toca o baixo, Hook aproveita para se concentrar nos vocais.
O guitarrista David Potts, conhecido como Pottsy e ex-líder da banda Monaco, também com Hook, cantou vários vocais.
Quando tocaram Regret, do álbum Republic, a galera realmente foi à loucura! Nessa música Hook e Pottsy alternaram nos vocais: Hook nos versos e Pottsy no refrão. Ver Hook, tocando o solo de baixo de Regret foi uma experiência única!

Em seguida tocaram The Price Of Love. A plateia adorou! Hook leu partitura durante as músicas.
Depois tocaram Blue Monday, do New Order, lançado como single em 1983.
Depois tocaram Ceremony, do Joy, com muitos aplausos da plateia!
Em seguida foi Temptation, do New Order, com muita empolgação do público!

Em seguida foi True Faith, do New Order.

Eles encerraram o show com Love Will Tear Us Apart, do Joy Division.

Agradecimentos especiais a Camila Dias, assessora de imprensa da Audio.

Bauhaus arrasou no Carioca Club!

Posted in Uncategorized on October 8, 2018 by gabrielpalmaguitar

Texto: Gabriel Palma

Bauhaus foi uma banda formada em 1978, em Northampton, na Inglaterra, com Peter Murphy, nos vocais, Daniel Ash, nas guitarras, David J, no baixo, e Kevin Haskins, na bateria. No dia 7 de outubro de 2018, dia do primeiro turno das eleições presidenciais no Brasil, metade do Bauhaus tocou no Carioca Club, em Pinheiros, São Paulo: Murphy e J.

O Bauhaus durou pouco tempo, cinco anos, de 1978 a 1983. Mas posteriormente J se juntou a Ash e Haskins na banda Love and Rockets, que teve maior sucesso comercial nos Estados Unidos. Essa já teve uma duração maior, mais de dez anos, de 1985 a 1999.

As pessoas no show do Bauhaus no Carioca Club vestiram camisetas do Joy Division, do próprio Bauhaus, Celtic Frost, The Sisters Of Mercy, Einstürzende Neubauten, Siouxsie and the Banshees, Marilyn Manson, Ramones, Depeche Mode, David Bowie, Alien Sex Fiend, e um cara estava com um colete do Twisted Sister. O Crânio estava com uma camiseta do filme A Profecia. Sérgio Brandt, com uma da banda Wolfsheim. O “chileno” vendeu camisetas do show. Muitas pessoas estavam com cabelos tingidos. Mulheres usaram chapéus.

Chegando às 18h30, a rua ainda não estava muito cheia. Entretanto a casa lotou muito na hora do show. Morfeus marcou presença. O Carioca Club inclusive abriu uma área que não é aberta em outros shows.

A galera foi à loucura quando eles tocaram Bela Lugosi’s Dead! “Obrigado, São Paulo”, disse Murphy. Em seguida tocaram She’s In Parties, com todos cantando, filmando e dançando. Muitos estavam com camisetas do Murphy.

Depois tocaram Kick In The Eye, música do segundo álbum de estúdio, Mask, de 1981. Eles foram muito aplaudidos pela plateia!

Depois tocaram The Passion Of Lovers e foram muito aplaudidos!

Depois tocaram Telegram Sam, cover de T. Rex. Eles encerraram o show com Ziggy Stardust, de David Bowie. A energia foi incrível! Difícil de descrever em palavras. Os decibéis da plateia atingiram níveis altos!

No final as pessoas ficaram conversando na saída.
Agradecimentos especiais a Humberto Miranda, produtor musical e assessor de imprensa do Carioca Club.

Accept traz Balls To The Wall para SP

Posted in Uncategorized on October 4, 2018 by gabrielpalmaguitar

A banda alemã Accept vai tocar no Carioca Club, em Pinheiros, no dia 14 de outubro. O Accept teve um grande sucesso lançado em 1984, a música Balls To The Wall, que virou um verdadeiro hino do metal dos anos 80. A letra foi composta pelo Accept e pela empresária da banda, Gaby Hoffmann, conhecida como compositora pelo seu pseudônimo Deaffy. Ela também é casada com o guitarrista da banda, Wolf Hoffmann. Já a música foi feita pelo Accept.

O Accept na época era formado por Udo Dirkschneider, nos vocais, Hoffmann e Herman Frank, nas guitarras, Peter Baltes, no baixo, e Stefan Kaufmann, na bateria. Hoje, dessa formação, a banda conta com Hoffmann e Baltes. O vocalista atual é o norte-americano Mark Tornillo, que entrou oficialmente em 2009. Em 2014, o guitarrista alemão Uwe Lulis substituiu Herman Frank. A bateria ficou por conta do norte-americano Christopher Williams, que nasceu em 1985, um ano depois do lançamento de Balls To The Wall.

Udo saiu do Accept em 1987 e formou sua própria banda, U.D.O., com quem tem tido grande sucesso comercial.

O Accept também vai tocar em Belém do Pará, no dia 10; em Fortaleza, no Ceará, no dia 12; e em Belo Horizonte, Minas Gerais, no dia 16. A produção do show de São Paulo é da Free Pass Entretenimento e a abertura será da banda Republica.

Serviço

Accept – The Rise Of Chaos World Tour 2018

Quando: 14 de outubro de 2018, um domingo

Onde: Carioca Club – Rua Cardeal Arcoverde 2899, Pinheiros, São Paulo

Abertura da casa: 18h

Show: 20h

Ingressos: Clube do Ingresso

Uli Jon Roth comemora 50 anos de carreira em São Paulo

Posted in Uncategorized on September 29, 2018 by gabrielpalmaguitar

Texto: Gabriel Palma

São Paulo, 28 de setembro de 2018 Pessoas estavam com camisetas do Big Star, Social Distortion, Whitesnake, Scorpions, Deep Purple, Steven Wilson, Iron Maiden, Black Sabbath, Dio, um casal estava com uma camiseta idêntica do King Diamond, outros fãs do próprio Uli Jon Roth…

O Carioca Club, em Pinheiros, não estava tão cheio, mas tinha um público de várias idades, de jovens a idosos.

O show começou atrasado às 22h19.

A banda era um quinteto com músicos mais jovens que o guitarrista alemão Uli Jon Roth, que tocou no Scorpions nos anos 70.

Roth tocou em sua guitarra Sky Guitar com penas roxas penduradas na mão da guitarra.

“É um prazer estar de volta aqui”, ele disse.

Ele utilizou um ventilador para esvoaçar os cabelos e uma bandana.
“”Sun In My Hand‘ é sobre o poder da música”, disse Roth. Essa ele cantou. É do terceiro disco do Scorpions, In Trance, de 1975.

“De 1977, do disco Taken By Force, a próxima música é sobre um homem que faz as escolhas erradas e vai para o lado escuro. The Sails Of Charon“. Roth é o compositor dessa música em que realmente percebe-se o estilo neoclássico de Roth em seu longo solo.
O público gostou muito.

“Obrigado”. A música a seguir foi Don’t Tell The Wind.

“Essa música é sobre o avião que jogou a bomba atômica em Hiroshima em 1945”. Enola Gay (Hiroshima Today?), do segundo disco da banda Electric Sun, Fire Wind, de 1981. No solo dessa música, Roth utilizou muitos bends e alavancadas.

Depois tocou We’ll Burn The Sky, do quinto disco do Scorpions, Taken By Force, de 1977. A letra dessa música é de Monika Dannemann, a última namorada de Jimi Hendrix. Segundo a Wikipédia, Monika escreveu esse poema como um tributo a Hendrix depois de sua morte. Depois Monika namorou o próprio Roth. A música foi escrita pelo guitarrista do Scorpions, Rudof Schenker. É uma música bem característica do Scorpions.

Depois tocaram In Trance, o primeiro e único single do disco In Trance do Scorpions. Nessa música o vocalista pediu a ajuda de “São Paulo” no coro.
O público cantou “Olê olê olê olê, Ulê Ulê”.

Roth sentou-se sozinho com a guitarra no palco. Ele disse que está comemorando os seus 50 anos no palco, que ele começou a tocar em 1968. Ele disse que aprendeu tocando música erudita, então que ele ia fazer isso agora e que depois poderíamos continuar a nos divertir. Aí ele dedilhou a guitarra e tocou flamenco.